O CHEGA fez aprovar a prioridade nas creches para os filhos de pais trabalhadores. O Governo Regional comprometeu-se a cumprir essa medida, bateu no peito e fez propaganda… mas a realidade continua a ser bem diferente da conversa bonita dos gabinetes.
Os relatos que recebemos são claros: há pais e mães que trabalham, descontam e que se levantam todos os dias de madrugada, mas continuam sem conseguir vaga para os filhos.
Muitos são empurrados para uma situação absurda: ou deixam os filhos sem solução… ou deixam de trabalhar.
É isto a “justiça social” que nos vendem?
Enquanto os pais trabalhadores desesperam, a máquina da assistência social e os interesses instalados continuam a mandar no sistema. No fim da fila ficam sempre os mesmos: aqueles que trabalham, descontam e sustentam este sistema.
E depois admiram-se que cada vez mais gente se revolte.
Os Açores chegaram ao ponto em que trabalhar parece ser castigo e viver de subsídios parece compensar mais. Há famílias inteiras aflitas para conseguirem conciliar trabalho e filhos, enquanto outros usam as creches como simples depósitos de crianças, alimentando ciclos de dependência e falta de responsabilidade.
Ao mesmo tempo, vemos milhões enterrados na SATA, em guerras políticas, bairrismos e eleitoralismos desesperados de membros de um Governo esgotado, agarrado ao poder e disposto a tudo para tentar salvar o futuro político.
As prioridades estão completamente invertidas.
O investimento tem de ser nas famílias açorianas, nas crianças, na natalidade e em quem trabalha honestamente todos os dias para construir esta terra.
Os Açores não podem continuar a penalizar quem trabalha para premiar a malandragem instalada.
Já CHEGA!

