O novo projeto para o Hospital do Divino Espírito Santo já tem um valor anunciado: 300 milhões de euros.
Mas há uma pergunta que continua sem resposta:
Quem vai pagar esta obra?
O Governo Regional fala em requalificação, apresenta projetos e mostra maquetas, mas continua sem explicar quem vai suportar uma fatura desta dimensão.
E há outra preocupação que os açorianos têm todo o direito de colocar.
Em Portugal, infelizmente, as grandes obras públicas raramente ficam pelo orçamento inicial. Entre revisões de preços, trabalhos a mais e atrasos, os custos acabam, muitas vezes, por disparar.
Se hoje se fala em 300 milhões de euros, quanto poderá custar afinal quando a obra estiver concluída?
Será o Governo da República a assumir a responsabilidade financeira? Ou serão, mais uma vez, os açorianos a pagar a conta?
O CHEGA Açores exige transparência antes do primeiro tijolo ser colocado.
Queremos saber:
• Quem paga os 300 milhões de euros?
• Existe um compromisso escrito da República para financiar a obra?
• Que percentagem será suportada pelos Açores?
• Que mecanismos existem para evitar derrapagens financeiras?
• Quem será responsabilizado se o custo final ultrapassar largamente o valor hoje anunciado?
Os açorianos não precisam de mais anúncios. Precisam de garantias.
Porque uma obra desta dimensão não pode transformar-se em mais um cheque em branco pago pelos contribuintes.
O CHEGA Açores continuará a exigir respostas e a fiscalizar cada euro gasto.

