Passados 25 anos sobre os atentados terroristas de 11 de Setembro de 2001, José Pacheco recorda aquele dia e deixa um alerta: um país que não sabe quem entra no seu território está a colocar em causa a sua própria segurança.
O Presidente e Líder Parlamentar do CHEGA Açores lembra que tinha estado numa das Torres Gémeas cerca de um ano antes dos atentados e que nunca esqueceu as imagens daquele dia nem as pessoas com quem se cruzou naquele local.
Para José Pacheco, recordar o 11 de Setembro é também perceber que a segurança não pode ser tratada com ingenuidade.
“Eu não estou a dizer que são todos terroristas. Nós temos que fazer esse filtro. Nós temos que conhecer quem é que entra na nossa terra”, afirmou.
O dirigente do CHEGA Açores rejeita que exigir controlo da imigração seja xenofobia e defende que Portugal tem o direito e a obrigação de controlar as suas fronteiras, identificar quem entra e impedir a entrada de quem possa representar uma ameaça.
“Filtrar não é xenofobia. Na nossa casa, entra quem pode entrar.”
José Pacheco lembra ainda os atentados ocorridos em vários países europeus para defender que Portugal não deve esperar que aconteça uma tragédia para levar a segurança a sério.
Controlar quem entra não é ser contra a imigração. É proteger quem cá vive, quem cumpre as regras e quem vem para Portugal para trabalhar e respeitar o nosso país.

