No próximo dia 8 de fevereiro, os açorianos, o país e os emigrantes terão diante de si três opções de voto bem distintas: o voto no Inseguro, o voto em André Ventura e o voto contra Ventura. E é precisamente essa clareza que torna estas eleições um momento decisivo para o futuro político de Portugal.
Votar no Inseguro é optar pela continuidade do sistema que falhou. É manter o país prisioneiro da inércia e da dependência, sem coragem para enfrentar as reformas que Portugal precisa. É confiar novamente em quem já demonstrou não saber romper com a mediocridade que tem travado o nosso desenvolvimento.
Votar em André Ventura é apostar numa liderança forte, coerente e verdadeiramente patriota. Ventura representa a rutura com os velhos vícios da política portuguesa — o compadrio, o relativismo e a falta de coragem. Ele é o único que se tem mantido firme, mesmo diante das tentativas do sistema de o silenciar. É a voz de milhões de portugueses que exigem respeito, justiça e ordem.
Por fim, o voto contra Ventura é o voto do medo — o medo de mudar, o medo de enfrentar a verdade, o medo de perder os privilégios da velha política. É o voto daqueles que preferem criticar de longe em vez de construir de perto.
No dia 8 de fevereiro, mais do que escolher um líder, estaremos a escolher um rumo. E eu, Luís Franco, escolho o rumo da coragem, da verdade e da mudança.
Escolho André Ventura.
Luís Franco
Dirigente do CHEGA Açores

