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	<title>Arquivo de José Pacheco - CHEGA Açores</title>
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	<description>Site Oficial do Partido CHEGA nos Açores</description>
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	<title>Arquivo de José Pacheco - CHEGA Açores</title>
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		<title>O DRAMA DAS CRECHES CONTINUA!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Chega Açores]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 21:53:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[José Pacheco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O CHEGA fez aprovar a prioridade nas creches para os filhos de pais trabalhadores. O Governo Regional comprometeu-se a cumprir essa medida, bateu no peito e fez propaganda… mas a realidade continua a ser bem diferente da conversa bonita dos gabinetes. Os relatos que recebemos são claros: há pais e mães que trabalham, descontam e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=476&#038;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Freel%2F1693611595154480%2F&#038;show_text=false&#038;width=267&#038;t=0" width="267" height="476" style="border:none;overflow:hidden" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen="true" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share" allowFullScreen="true"></iframe></p>
<p>O CHEGA fez aprovar a prioridade nas creches para os filhos de pais trabalhadores. O Governo Regional comprometeu-se a cumprir essa medida, bateu no peito e fez propaganda… mas a realidade continua a ser bem diferente da conversa bonita dos gabinetes.</p>
<p>Os relatos que recebemos são claros: há pais e mães que trabalham, descontam e que se levantam todos os dias de madrugada, mas continuam sem conseguir vaga para os filhos.</p>
<p>Muitos são empurrados para uma situação absurda: ou deixam os filhos sem solução… ou deixam de trabalhar.</p>
<p>É isto a “justiça social” que nos vendem?</p>
<p>Enquanto os pais trabalhadores desesperam, a máquina da assistência social e os interesses instalados continuam a mandar no sistema. No fim da fila ficam sempre os mesmos: aqueles que trabalham, descontam e sustentam este sistema.</p>
<p>E depois admiram-se que cada vez mais gente se revolte.</p>
<p>Os Açores chegaram ao ponto em que trabalhar parece ser castigo e viver de subsídios parece compensar mais. Há famílias inteiras aflitas para conseguirem conciliar trabalho e filhos, enquanto outros usam as creches como simples depósitos de crianças, alimentando ciclos de dependência e falta de responsabilidade.</p>
<p>Ao mesmo tempo, vemos milhões enterrados na SATA, em guerras políticas, bairrismos e eleitoralismos desesperados de membros de um Governo esgotado, agarrado ao poder e disposto a tudo para tentar salvar o futuro político.</p>
<p>As prioridades estão completamente invertidas.</p>
<p>O investimento tem de ser nas famílias açorianas, nas crianças, na natalidade e em quem trabalha honestamente todos os dias para construir esta terra.</p>
<p>Os Açores não podem continuar a penalizar quem trabalha para premiar a malandragem instalada.</p>
<p>Já CHEGA!</p>
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		<title>A SAÚDE NOS AÇORES ESTÁ DOENTE!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Chega Açores]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 17:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[José Pacheco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As listas de espera continuam sempre a aumentar. O HDES continua sem ver o início real das obras. A Linha Saúde colapsa e ninguém fazia a mínima ideia. Enfermarias fechadas enquanto os doentes são empurrados para um hospital modular que já rebenta pelas costuras. A urgência continua fechada e num estado miserável, parecendo mais um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=476&#038;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Freel%2F1471068617274156%2F&#038;show_text=false&#038;width=267&#038;t=0" width="267" height="476" style="border:none;overflow:hidden" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen="true" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share" allowFullScreen="true"></iframe></p>
<p>As listas de espera continuam sempre a aumentar.<br />
O HDES continua sem ver o início real das obras.<br />
A Linha Saúde colapsa e ninguém fazia a mínima ideia.<br />
Enfermarias fechadas enquanto os doentes são empurrados para um hospital modular que já rebenta pelas costuras.<br />
A urgência continua fechada e num estado miserável, parecendo mais um armazém abandonado onde até os ratos passeiam à vontade.</p>
<p>E no meio deste caos há uma verdade brutal:<br />
quem tem dinheiro vai ao privado.<br />
Quem não tiver… que se lixe.</p>
<p>É esta a “excelência” da saúde nos Açores?<br />
É para isto que pagamos impostos?<br />
É esta a dignidade que dão aos açorianos quando estão doentes, fragilizados e desesperados?</p>
<p>O Governo Regional perdeu o controlo da saúde.</p>
<p>Ou este Governo atina de vez ou então vai embora.<br />
Com a saúde das pessoas não se brinca.</p>
<p>Os açorianos merecem respeito.<br />
Merecem hospitais funcionais.<br />
Merecem respostas.<br />
Merecem uma saúde que trate pessoas, não um sistema que as abandona.</p>
<p>Digam lá se temos razão ou não?</p>
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		<title>DIA DO TRABALHADOR E APENAS DELE!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Chega Açores]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 08:39:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[José Pacheco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos os anos o 1.º de Maio chega com o mesmo ritual: discursos, bandeiras, palavras bonitas e promessas recicladas. Mas a pergunta que importa continua sem resposta: o que mudou, na prática, para quem trabalha? Muito pouco. E, em muitos casos, nada. Sempre defendi uma sociedade justa e equilibrada. E para mim há uma regra [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os anos o 1.º de Maio chega com o mesmo ritual: discursos, bandeiras, palavras bonitas e promessas recicladas. Mas a pergunta que importa continua sem resposta: o que mudou, na prática, para quem trabalha? Muito pouco. E, em muitos casos, nada.</p>
<p>Sempre defendi uma sociedade justa e equilibrada. E para mim há uma regra básica: uma sociedade justa começa por respeitar quem trabalha. Não é uma ideia complicada. É apenas uma verdade que muitos parecem ter esquecido.</p>
<p>Isso implica justiça social, sim. Mas também justiça laboral , e essa justiça tem de existir dos dois lados: para quem trabalha e para quem cria trabalho. Porque sem empresas não há empregos, e sem trabalhadores não há economia.</p>
<p>O problema é que hoje o trabalho deixou de estar no centro. Foi substituído por discursos fáceis e por uma cultura perigosa onde, demasiadas vezes, se foge ao esforço. Seja pela subsidiodependência que se foi instalando, seja por abusos claros, como o uso indevido de baixas médicas, que acabam sempre por penalizar quem cumpre.</p>
<p>E isto tem de ser dito de forma frontal: não pode valer mais não trabalhar do que trabalhar.</p>
<p>Mas neste dia não me foco nesses casos. Esses resolvem-se com fiscalização séria e coragem política, duas coisas que têm faltado. Hoje falo de quem trabalha. Apenas de quem trabalha.</p>
<p>Falo daqueles que se levantam todos os dias cedo, faça chuva ou faça sol, e vão cumprir. Dos que sustentam famílias, dos que pagam impostos, dos que mantêm esta economia a funcionar,  muitas vezes em silêncio, sem reconhecimento e sem margem de erro.</p>
<p>Falo também de quem emprega. De quem arrisca, investe, cria postos de trabalho e mantém portas abertas, mesmo numa economia frágil. Nos Açores, essa realidade é ainda mais dura, com os custos da insularidade, dos transportes e de um contexto económico que muitas vezes sufoca quem quer crescer.</p>
<p>São estes dois lados: trabalhadores e empregadores, os que seguram o país. E são, demasiadas vezes, os mais penalizados.</p>
<p>Entre impostos elevados, custos absurdos e um modelo económico que não permite crescer, o resultado é evidente: trabalha-se muito e ganha-se pouco.</p>
<p>E depois chega o 1.º de Maio.</p>
<p>E com ele chega também uma das maiores hipocrisias do sistema. É, no mínimo, ridículo ver alguns sindicalistas que já não trabalham, que estão afastados da realidade há anos, e cuja principal função parece ser criar bloqueios, ruído e conflito, muitas vezes apenas para justificar o ordenado que recebem, pago precisamente por aqueles que trabalham.</p>
<p>Há exceções? Claro que há.<br />
Há sindicalistas sérios? Sem dúvida.<br />
Mas sejamos honestos: não sei se não são já uma minoria.</p>
<p>Outro problema que ninguém quer enfrentar de frente é a falta de produtividade. Um verdadeiro drama nacional.</p>
<p>Afeta empresas, afeta a função pública e arrasta toda a economia. E, no meio disto tudo, ainda há quem defenda menos dias de trabalho num país que já produz abaixo dos outros. Isto não é progresso. É negar a realidade.</p>
<p>Não vamos melhorar o país trabalhando menos quando já produzimos pouco. Vamos melhorar criando condições para produzir mais, melhor e com mais valor, e, com isso, pagar melhor.</p>
<p>E é aqui que digo algo que pode chocar alguns, mas que faz todo o sentido: o 1.º de Maio nem sequer devia ser feriado. Sim, leu bem.</p>
<p>Num país com níveis de produtividade baixos, com dificuldades estruturais e com uma economia que precisa de crescer, temos demasiados feriados. E manter mais um, apenas para alimentar discursos e simbolismos vazios, não ajuda quem trabalha, prejudica.</p>
<p>Respeitar o trabalhador não é dar-lhe um dia de descanso simbólico. É dar-lhe melhores condições de vida ao longo de todo o ano.</p>
<p>É por isso que precisamos de uma reforma laboral a sério. Não uma reforma ideológica. Não uma reforma feita em gabinete. Uma reforma justa: para quem trabalha e para quem emprega</p>
<p>Que simplifique, que dê previsibilidade, que incentive a produtividade e que valorize o mérito.</p>
<p>E há injustiças que não podem continuar a ser ignoradas. Uma delas é evidente: mulheres a receber menos do que homens em funções iguais. Isto não é aceitável. Trabalho igual tem de significar salário igual, sem desculpas.</p>
<p>Se queremos levar o Dia do Trabalhador a sério, então temos de parar com a hipocrisia e começar a agir.</p>
<p>Valorizar o trabalho com melhores salários.<br />
Reduzir a carga fiscal sobre quem produz.<br />
Apoiar quem cria emprego.<br />
Combater abusos sem hesitações.<br />
Exigir mais produtividade com justiça.</p>
<p>Porque no fim do dia, a verdade é simples , e não há discurso que a esconda: sem trabalho não há riqueza, sem riqueza não há salários, e sem salários dignos não há futuro.</p>
<p>Para mim, o 1.º de Maio não é o dia de todos. É o dia de quem trabalha.</p>
<p>José Pacheco<br />
Presidente e Deputado do CHEGA Açores</p>
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		<title>HOSPITAL UNIVERSITÁRIO: A AMBIÇÃO QUE ASSUSTA OS CONFORMADOS</title>
		<link>https://www.chegaacores.com/2026/04/22/hospital-universitario-a-ambicao-que-assusta-os-conformados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Chega Açores]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 16:55:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[José Pacheco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O debate em torno da criação de um hospital universitário nos Açores voltou a expor uma velha fragilidade da nossa vida pública: há sempre quem reaja com travão sempre que se fala de um projeto com ambição, escala e visão estratégica. Em vez de discutir seriamente o que esta solução pode representar para a Região, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O debate em torno da criação de um hospital universitário nos Açores voltou a expor uma velha fragilidade da nossa vida pública: há sempre quem reaja com travão sempre que se fala de um projeto com ambição, escala e visão estratégica.</p>
<p>Em vez de discutir seriamente o que esta solução pode representar para a Região, prefere-se insistir nos argumentos do costume: que não há dimensão, que não é prioridade, que é cedo demais, que é um passo maior do que a perna. Ora, é precisamente essa mentalidade que tem atrasado tantas decisões estruturais nos Açores.</p>
<p>Eu penso o contrário. Defendo um hospital universitário porque acredito que os Açores não podem continuar condenados a gerir limitações quando deviam estar a construir capacidade.</p>
<p>Quem é contra esta ideia costuma apresentar-se como prudente. Mas, muitas vezes, o que está em causa não é prudência. É falta de visão. Porque um hospital universitário não é um luxo, nem uma vaidade institucional, nem uma operação de cosmética política. É uma ferramenta séria para reforçar a qualidade dos cuidados de saúde, melhorar a formação, estimular a investigação, atrair talento e criar condições para fixar profissionais qualificados na Região.</p>
<p>Numa terra onde se fala tantas vezes da dificuldade em reter médicos e outros profissionais de saúde, seria contraditório rejeitar uma solução que pode precisamente ajudar a combater esse problema. Quem diz que não há escala esquece-se de que a escala não aparece por milagre. Constrói-se. Constrói-se com investimento, com ligação à universidade, com diferenciação clínica, com massa crítica e com capacidade de gerar conhecimento. Se ficarmos à espera de um cenário perfeito para agir, então não sairemos nunca do mesmo ponto.</p>
<p>Também não aceito o argumento de que esta não é uma prioridade. Como é que não pode ser prioritário um projeto que reforça o sistema de saúde, valoriza a formação médica, estimula a investigação e torna a Região mais atrativa para os profissionais que queremos fixar? Os Açores precisam de muito mais do que respostas avulsas e remendos sucessivos. Precisam de estruturas que consolidem o presente e preparem o futuro.</p>
<p>Outro argumento recorrente é o do custo. É legítimo discutir custos. O que já não é sério é falar apenas do custo de fazer e nunca do custo de não fazer. A dependência custa. A escassez custa. A rotatividade de profissionais custa. A incapacidade de criar massa crítica custa. O atraso paga-se todos os dias, mesmo quando não vem devidamente identificado numa rubrica orçamental.</p>
<p>São Miguel surge naturalmente no centro desta equação. Não por privilégio, mas por realidade. Tem escala, população, infraestruturas e proximidade à Universidade dos Açores que a colocam numa posição central para acolher um projeto desta natureza. Reconhecer este facto não deve ser motivo de crispação, mas sim de maturidade política.</p>
<p>E há um ponto que importa deixar muito claro: o argumento contra um hospital universitário não pode nascer do simples incómodo de essa estrutura ficar localizada na maior ilha e não noutra. Esse não é um critério sério, nem técnico, nem estratégico. Decisões desta dimensão têm de ser tomadas com base na capacidade instalada, na resposta que podem dar e no benefício regional que podem gerar, não em ressentimentos geográficos ou em desconfortos territoriais.</p>
<p>O importante não é transformar esta discussão numa competição entre ilhas. O importante é perceber que uma estrutura desta dimensão deve ser pensada ao serviço de toda a Região. Um hospital universitário não serve apenas o lugar onde está sediado. Serve os Açores se aumentar a capacidade clínica, melhorar a formação, reforçar a investigação e elevar a qualidade da resposta em saúde.</p>
<p>No fundo, a escolha é simples. Podemos continuar a defender o modelo que já mostrou as suas limitações, ou podemos finalmente ter a coragem de apostar numa solução mais robusta, mais moderna e mais útil para o futuro da Região.</p>
<p>Os Açores precisam de deixar de ter medo da ambição. Precisam de parar de confundir prudência com imobilismo. Precisam de perceber que há momentos em que não basta gerir o que existe,  é preciso criar o que falta.</p>
<p>E o que falta, demasiadas vezes, não é possibilidade. É decisão.</p>
<p>Se os Açores querem crescer em qualidade, em conhecimento e em capacidade, então têm de começar a agir como uma Região que acredita em si própria. O futuro não se protege travando tudo o que é transformador. O futuro constrói-se com visão, coragem e vontade política. É por isso que defendo um hospital universitário. Porque os Açores não ganham nada em pensar pequeno.</p>
<p>José Pacheco<br />
Presidente e Deputado do CHEGA Açores</p>
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		<title>MORDOMIAS PARA OS SOCIALISTAS???</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Chega Açores]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 11:10:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[José Pacheco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo foi noticiado pela Antena 1 Açores, a presidente do Conselho Económico e Social dos Açores, Piedade Lalanda, e figura bem conhecida da área socialista, pretende passar a dispor de um gabinete semelhante ao do Vice-Presidente do Governo Regional: chefe de gabinete, três adjuntos, secretário pessoal e motorista. Tudo isto numa proposta que poderá custar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=476&#038;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Freel%2F1253955916904999%2F&#038;show_text=true&#038;width=267&#038;t=0" width="267" height="591" style="border:none;overflow:hidden" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen="true" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share" allowFullScreen="true"></iframe></p>
<p>Segundo foi noticiado pela Antena 1 Açores, a presidente do Conselho Económico e Social dos Açores, Piedade Lalanda, e figura bem conhecida da área socialista, pretende passar a dispor de um gabinete semelhante ao do Vice-Presidente do Governo Regional: chefe de gabinete, três adjuntos, secretário pessoal e motorista. Tudo isto numa proposta que poderá custar aos Açores mais de 330 mil euros por ano.</p>
<p>A pergunta é simples: isto é servir a Região ou servir-se da Região?</p>
<p>Quando se fala tanto de responsabilidade, contenção e prioridade ao interesse público, não se percebe como é que alguém à frente de um órgão consultivo entende que deve ter à sua volta uma estrutura de poder e de privilégios equiparada à de um membro do Governo.</p>
<p>Os açorianos não suportam mais esta velha lógica do aparelho socialista: cargos a pedir mais cargos, funções a pedir mais privilégios, e sempre a mesma conta a cair no colo de quem trabalha, paga impostos e vive com dificuldades.</p>
<p>Mais uma vez, confirma-se o padrão. Primeiro, aparecem os discursos institucionais e a conversa da missão pública. Depois, surgem os gabinetes, os adjuntos, os motoristas e as mordomias. É assim que a máquina socialista sempre funcionou: muito conforto para os seus, pouca noção do esforço exigido ao povo açoriano.</p>
<p>Num momento em que há famílias aflitas, serviços a precisar de respostas e recursos públicos que deviam ser geridos com rigor, esta proposta é um sinal errado, um abuso político e um insulto ao bom senso.</p>
<p>O CHEGA não aceita esta cultura de privilégios.<br />
Da nossa parte, haverá oposição firme, frontal e sem hesitações.<br />
Os Açores não precisam de mais tachos dourados.<br />
Precisam de seriedade, respeito pelo dinheiro público e coragem para travar as mordomias dos do costume.</p>
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		<item>
		<title>SECTOR DA PESCA NÃO VAI PAGAR A INCOMPETÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL</title>
		<link>https://www.chegaacores.com/2026/04/17/sector-da-pesca-nao-vai-pagar-a-incompetencia-do-governo-regional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Chega Açores]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 15:56:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Parlamento]]></category>
		<category><![CDATA[José Pacheco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sector da pesca não tem condições actualmente para acomodar os aumentos previstos para as taxas de funcionamento de lotas, entrepostos e postos de recolha, e para os aumentos da taxa de raio-X impostos pela SATA para a exportação de pescado. Esta foi a denúncia deixada por representantes da pesca, comercialização e transformação que estiveram [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sector da pesca não tem condições actualmente para acomodar os aumentos previstos para as taxas de funcionamento de lotas, entrepostos e postos de recolha, e para os aumentos da taxa de raio-X impostos pela SATA para a exportação de pescado. Esta foi a denúncia deixada por representantes da pesca, comercialização e transformação que estiveram hoje reunidos com os deputados do CHEGA Açores, na Horta.<br />
Para o líder parlamentar do CHEGA, José Pacheco, não pode ser a pesca a pagar “a má gestão da SATA e da Lotaçor. São duas empresas que estão a pôr a sua incompetência em cima dos pescadores, mas para salvar a SATA e a Lotaçor não se pode matar um sector de actividade”.<br />
O parlamentar lembrou que foi o CHEGA que apresentou na Assembleia Regional um Projecto de Resolução, aprovado por maioria, para que o Governo Regional mantivesse a taxa de lota e a actualização das demais taxas previstas. Além disso, a actualização das taxas deve ser feita de forma progressiva para que os pescadores não se ressintam com um aumento brutal de taxas, “o que potencia a fuga à lota e acaba por matar um sector de actividade tão importante para a economia regional”.<br />
Numa altura difícil que o sector atravessa, com a implementação das áreas marinhas protegidas, com a conjuntura internacional que implicará um aumento directo nos custos dos combustíveis para a pesca e transporte de pescado, os custos vão impactar directamente os profissionais do sector e as comunidades que dependem da pesca e das indústrias.<br />
“Todo este processo com os pescadores foi mal conduzido”, afirmou José Pacheco que explicou que houve consensos alcançados com o sector que depois não ficaram plasmados no regulamento das lotas. Na prática, as taxas devem ser aumentadas progressivamente tal como o CHEGA sempre defendeu e não abruptamente, colocando em causa todo um sector.<br />
O CHEGA deixou a garantia que estará sempre ao lado da pesca, manifestando disponibilidade para um diálogo com a pesca, comercialização e transformação, na defesa do sector. “Querem acabar com a pesca nos Açores e estão a criar entraves a quem trabalha no sector, para que acabe com o seu negócio. Mas o CHEGA está aqui para defender sempre a pesca porque é um sector que tem imenso potencial e é o sustento de muitas famílias Açorianas”, concluiu José Pacheco.<br />
Horta, 17 de Abril de 2026<br />
CHEGA I Comunicação</p>
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		<title>CHEGA AÇORES CONGRATULA NOMEAÇÃO DE SUSANA GOULART COSTA PARA REPRESENTANTE DA REPÚBLICA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Chega Açores]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 09:21:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Parlamento]]></category>
		<category><![CDATA[Partido]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[José Pacheco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O CHEGA Açores congratula-se com a nomeação da açoriana Susana Goulart Costa para o cargo de Representante da República para os Açores. Embora o CHEGA mantenha, com clareza e coerência, a sua posição de princípio quanto à extinção deste cargo, por o considerar desajustado à maturidade autonómica da Região, não deixa de assinalar como positivo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=314&#038;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Freel%2F979996167862425%2F&#038;show_text=false&#038;width=560&#038;t=0" width="560" height="314" style="border:none;overflow:hidden" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen="true" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share" allowFullScreen="true"></iframe></p>
<p>O CHEGA Açores congratula-se com a nomeação da açoriana Susana Goulart Costa para o cargo de Representante da República para os Açores.</p>
<p>Embora o CHEGA mantenha, com clareza e coerência, a sua posição de princípio quanto à extinção deste cargo, por o considerar desajustado à maturidade autonómica da Região, não deixa de assinalar como positivo o facto de, enquanto essa realidade subsistir, a função ser agora confiada a uma açoriana, conhecedora da nossa história, da nossa identidade e das especificidades próprias do povo açoriano.</p>
<p>Trata-se, além disso, de um momento com significado institucional, já que Susana Goulart Costa é a primeira mulher a exercer estas funções nos Açores, facto que merece igualmente registo.</p>
<p>O CHEGA Açores entende que a representação do Estado na Região, enquanto existir, deve estar entregue a quem tenha ligação efetiva aos Açores, conhecimento profundo da sua realidade e sensibilidade para os desafios da Autonomia.</p>
<p>Professora associada com agregação na Universidade dos Açores e investigadora integrada no CHAM – Centro para as Humanidades da Universidade NOVA de Lisboa / Universidade dos Açores, Susana Goulart Costa assume agora a responsabilidade de exercer um cargo que funciona como órgão de ligação entre o Presidente da República e a Região Autónoma dos Açores.</p>
<p>O CHEGA Açores reafirma que continuará a defender uma Autonomia mais respeitada, mais forte e menos dependente de figuras institucionais herdadas de uma visão centralista do Estado, mas regista, com sentido democrático, esta nomeação como um sinal positivo por recair sobre uma açoriana.</p>
<p>#chegaaçores #ChegaAçores #JoséPacheco #josepacheco #OliveriaSantos #FranciscoLima #HeliaCardoso #JosePauloSousa #partidochega #andréventura #CHEGA #andreventura #NãoNosCalarão #SomosATuaVoz #Açores #AçoresComVentura #MaisPróximoDasPessoas</p>
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		<title>PARLAMENTO CHUMBA CONTRAPARTIDAS PARA A REGIÃO DEVIDO ÀS LAJES</title>
		<link>https://www.chegaacores.com/2026/04/16/parlamento-chumba-contrapartidas-para-a-regiao-devido-as-lajes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Chega Açores]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 21:25:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Parlamento]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Lima]]></category>
		<category><![CDATA[José Pacheco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apenas o CHEGA votou a favor do seu Projecto de Resolução que recomenda ao Governo Regional que desencadeie junto do Governo da República, um processo de renegociação do Acordo de Cooperação e Defesa, discutido hoje na Assembleia Legislativa Regional. Todos os partidos consideraram não ser oportuno a revisão do referido Acordo, tendo durante o debate [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=316&#038;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Freel%2F1870718986966010%2F&#038;show_text=false&#038;width=560&#038;t=0" width="560" height="316" style="border:none;overflow:hidden" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen="true" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share" allowFullScreen="true"></iframe></p>
<p>Apenas o CHEGA votou a favor do seu Projecto de Resolução que recomenda ao Governo Regional que desencadeie junto do Governo da República, um processo de renegociação do Acordo de Cooperação e Defesa, discutido hoje na Assembleia Legislativa Regional.<br />
Todos os partidos consideraram não ser oportuno a revisão do referido Acordo, tendo durante o debate o deputado Francisco Lima questionado várias vezes quando seria a altura ideal.<br />
Se a revisão do Acordo de Cooperação e Defesa entre Portugal e os Estados Unidos da América não é oportuna agora, numa altura em que a América está a beneficiar da posição geo-estratégica dos Açores e da Base das Lajes para as intervenções militares que tem feito no Médio Oriente, quando vai ser?<br />
Francisco Lima rebateu os argumentos dos vários partidos que se manifestaram contra o diploma apresentado pelo CHEGA. Relativamente à coligação, e ao PSD em particular, o parlamentar lembrou as declarações do Vice-Presidente do Governo que disse não ser a altura adequada, enquanto o Presidente do Governo reconheceu a necessidade de uma revisão do acordo.<br />
O BE disse que a Base das Lajes não é transaccionável, ao que Francisco Lima argumentou que “tudo é transaccionável com o Senhor Trump”, e a IL “veio fazer a defesa dos Americanos e não a defesa dos Açores”.<br />
Já o líder parlamentar do CHEGA, José Pacheco, acrescentou outro argumento: “como é do CHEGA, é para chumbar”, algo que não ajuda nem os Açores, nem os Açorianos e muito menos ajuda a esclarecer a opinião pública. “Uma coisa que as pessoas não sabem, e que só ficaram a saber após o nosso debate de urgência no mês passado, é que desde 1995 que não há qualquer pagamento aos Açores pela utilização da Base das Lajes”, lembrou José Pacheco.<br />
O parlamentar lamentou a posição do BE, que o dono da casa não deve pedir renda a quem lá vive, a solução é ocupar a casa, tal como acontece com os Estados Unidos em relação aos Açores.<br />
O PSD, afirma José Pacheco, assumiu uma posição de medo, “têm medo de Luís Montenegro, têm medo do Trump, têm medo de mim, têm medo do PS. Têm medo de tudo. Só o Hugo Soares [líder parlamentar do PSD na Assembleia da República] insulta a Autonomia, mas não se fala nisso”.<br />
Quanto ao PS, “que colocou tantos defeitos ao diploma”, apresentou um muito parecido em 2012. Ou seja, “defenderam a mesma coisa no passado, mas agora não dá jeito”, argumentou José Pacheco.<br />
Na declaração final de voto, o líder parlamentar do CHEGA lamentou o facto das palas ideológicas não terem permitido avançar “um assunto fundamental para a Região. Tivemos essa coragem, não nos escondemos. Primeiro a nossa terra e só depois os outros”, concluiu.<br />
Horta, 16 de abril de 2026<br />
CHEGA I Comunicação</p>
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		<title>AÇORES TÊM DE RECEBER CONTRAPARTIDAS DA UTILIZAÇÃO DA BASE DAS LAJES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Chega Açores]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 19:23:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Parlamento]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[José Pacheco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os Açores, e a Base das Lajes, continuam a ser um activo geo-estratégico central no Atlântico Norte, quer para Portugal quer para os Estados Unidos da América, logo, “esse valor tem de traduzir-se em benefícios concretos, regulares e proporcionais para a nossa Região”. Esta foi a base de um Projecto de Resolução, apresentado pelo CHEGA, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=311&#038;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Freel%2F2532800927118270%2F&#038;show_text=false&#038;width=560&#038;t=0" width="560" height="311" style="border:none;overflow:hidden" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen="true" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share" allowFullScreen="true"></iframe></p>
<p>Os Açores, e a Base das Lajes, continuam a ser um activo geo-estratégico central no Atlântico Norte, quer para Portugal quer para os Estados Unidos da América, logo, “esse valor tem de traduzir-se em benefícios concretos, regulares e proporcionais para a nossa Região”.<br />
Esta foi a base de um Projecto de Resolução, apresentado pelo CHEGA, que recomenda ao Governo Regional que desencadeie, com carácter de urgência, junto do Governo da República, um processo de renegociação do Acordo de Cooperação e Defesa entre Portugal e os Estados Unidos, e que inclua a participação da Região em todas as fases do processo. O que implica, de acordo com o líder parlamentar do CHEGA, “contrapartidas financeiras, investimento estruturante, emprego qualificado, acompanhamento institucional da Região, avaliação de impactos ambientais e revisão periódica do acordo”.<br />
Ao contrário de quem defende que os Açores devem “ficar calados” sobre essa matéria, José Pacheco lembrou que está consagrado na Constituição que a Região “não substitui a República na negociação de tratados, mas têm o dever e o direito de defender os seus interesses quando esses tratados lhes dizem directamente respeito”.<br />
Além disso, a Constituição também reconhece expressamente às Regiões Autónomas “o poder de participar nas negociações de tratados e acordos internacionais que directamente lhes digam respeito, bem como nos benefícios deles decorrentes”, tendo o direito de se pronunciarem, “por sua iniciativa ou sob consulta, sobre questões da competência dos órgãos de soberania que lhes digam respeito”, devendo os órgãos de soberania ouvir sempre os órgãos de Governo Regional.<br />
É por isso que o CHEGA exige que a Região pressione a República a renegociar com respeito pelos Açores. “Não estamos a pedir favores. Não estamos a pedir esmolas diplomáticas. Estamos a exigir respeito constitucional, respeito autonómico e respeito pelos Açorianos”, garantiu José Pacheco.<br />
Se a Base das Lajes é efectivamente estratégica, José Pacheco entende que “os Açores têm de deixar de ser tratados como figurantes. Se há acordo, tem de haver contrapartida. Se há utilização do nosso território, tem de haver retorno para o nosso Povo”, concluiu.<br />
Horta, 16 de Abril de 2026<br />
CHEGA I Comunicação</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.chegaacores.com/2026/04/16/acores-tem-de-receber-contrapartidas-da-utilizacao-da-base-das-lajes/">AÇORES TÊM DE RECEBER CONTRAPARTIDAS DA UTILIZAÇÃO DA BASE DAS LAJES</a> aparece primeiro em <a href="https://www.chegaacores.com">CHEGA Açores</a>.</p>
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		<title>ESTRATÉGIA DE TURISMO PARA OS AÇORES TEM DE SER URGENTE E A PENSAR NA SAZONALIDADE</title>
		<link>https://www.chegaacores.com/2026/04/16/estrategia-de-turismo-para-os-acores-tem-de-ser-urgente-e-a-pensar-na-sazonalidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Chega Açores]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 14:38:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Parlamento]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[José Pacheco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A falta de estratégia para o turismo nos Açores é uma fatura que já começa a ser paga, devendo ser inflacionada num futuro próximo, porque não se delineou, nem se acautelou, o caminho a seguir. Numa intervenção no debate de urgência sobre “políticas públicas de incentivo ao turismo”, o líder parlamentar do CHEGA Açores, José [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.chegaacores.com/2026/04/16/estrategia-de-turismo-para-os-acores-tem-de-ser-urgente-e-a-pensar-na-sazonalidade/">ESTRATÉGIA DE TURISMO PARA OS AÇORES TEM DE SER URGENTE E A PENSAR NA SAZONALIDADE</a> aparece primeiro em <a href="https://www.chegaacores.com">CHEGA Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=311&#038;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Freel%2F1861307024551178%2F&#038;show_text=true&#038;width=560&#038;t=0" width="560" height="426" style="border:none;overflow:hidden" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen="true" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share" allowFullScreen="true"></iframe></p>
<p>A falta de estratégia para o turismo nos Açores é uma fatura que já começa a ser paga, devendo ser inflacionada num futuro próximo, porque não se delineou, nem se acautelou, o caminho a seguir.<br />
Numa intervenção no debate de urgência sobre “políticas públicas de incentivo ao turismo”, o líder parlamentar do CHEGA Açores, José Pacheco, lembrou que os Açores já recebem turistas há décadas, embora sem grande escala porque não existe um caminho trilhado para o sector. “Quando o turismo estava bem, devíamos ter acautelado o futuro. Mas não é razoável que os Açorianos aceitem que, por uma companhia aérea low cost deixar de voar para os Açores, o turismo vai acabar”, explicou. O parlamentar acrescentou que não basta ter miradouros cheios, quando a receita não aparece. “Não devemos fazer uma aposta no número de dormidas, mas sim na receita”, disse.<br />
José Pacheco apontou o dedo à Visit Azores – entidade responsável pela promoção turística do arquipélago – onde os empresários sempre participaram, mas onde devem participar com trabalho e com ajuda na definição de uma estratégia real e profícua para a promoção da Região.<br />
No entanto, acredita o líder parlamentar do CHEGA, os Açores continuam a ser uma região socialista, onde os empresários iniciam um negócio, mas é depois o Estado que tem de mantê-lo. “No turismo tem sido um pouco isso, pedir ao Estado que seja o promotor do seu negócio e que pague as contas. Isso é dinheiro fácil e não podemos continuar nessa lógica”, reforçou.<br />
Para o turismo, a Região precisa de um plano estratégico “equilibrado e que seja real, vivo, e que inclua pessoas que percebam mesmo do assunto”. O turismo precisa de estratégia, que os empresários falem com o Governo e que o Governo fale com os empresários. “Precisamos que os turistas descubram os Açores”, mas que existam eventos – principalmente na época baixa &#8211; que os atraiam para mais do que uma visita.<br />
“Mas andamos a vender postais ilustrados e esquecemos que temos de vender eventos. Quem vem uma vez e viu uma lagoa, queremos que volte para ver outras coisas e não apenas natureza. Precisamos de eventos no Inverno, de Outubro a Maio, porque numa terra onde chove no Inverno, temos de criar outros eventos”, reforçou José Pacheco que deu o exemplo da Madeira que criou a Festa da Flor na época baixa de turismo.<br />
Uma estratégia equilibrada, real e que aposte na quebra da sazonalidade é o que se espera para o futuro do turismo nos Açores.<br />
Horta, 16 de Abril de 2026<br />
CHEGA I Comunicação<br />
#chegaaçores #ChegaAçores #JoséPacheco #josepacheco #OliveriaSantos #FranciscoLima #HeliaCardoso #JosePauloSousa #partidochega #andréventura #CHEGA #andreventura #NãoNosCalarão #SomosATuaVoz #Açores #AçoresComVentura #MaisPróximoDasPessoas</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.chegaacores.com/2026/04/16/estrategia-de-turismo-para-os-acores-tem-de-ser-urgente-e-a-pensar-na-sazonalidade/">ESTRATÉGIA DE TURISMO PARA OS AÇORES TEM DE SER URGENTE E A PENSAR NA SAZONALIDADE</a> aparece primeiro em <a href="https://www.chegaacores.com">CHEGA Açores</a>.</p>
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