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ESTRATÉGIA DE TURISMO PARA OS AÇORES TEM DE SER URGENTE E A PENSAR NA SAZONALIDADE

A falta de estratégia para o turismo nos Açores é uma fatura que já começa a ser paga, devendo ser inflacionada num futuro próximo, porque não se delineou, nem se acautelou, o caminho a seguir.
Numa intervenção no debate de urgência sobre “políticas públicas de incentivo ao turismo”, o líder parlamentar do CHEGA Açores, José Pacheco, lembrou que os Açores já recebem turistas há décadas, embora sem grande escala porque não existe um caminho trilhado para o sector. “Quando o turismo estava bem, devíamos ter acautelado o futuro. Mas não é razoável que os Açorianos aceitem que, por uma companhia aérea low cost deixar de voar para os Açores, o turismo vai acabar”, explicou. O parlamentar acrescentou que não basta ter miradouros cheios, quando a receita não aparece. “Não devemos fazer uma aposta no número de dormidas, mas sim na receita”, disse.
José Pacheco apontou o dedo à Visit Azores – entidade responsável pela promoção turística do arquipélago – onde os empresários sempre participaram, mas onde devem participar com trabalho e com ajuda na definição de uma estratégia real e profícua para a promoção da Região.
No entanto, acredita o líder parlamentar do CHEGA, os Açores continuam a ser uma região socialista, onde os empresários iniciam um negócio, mas é depois o Estado que tem de mantê-lo. “No turismo tem sido um pouco isso, pedir ao Estado que seja o promotor do seu negócio e que pague as contas. Isso é dinheiro fácil e não podemos continuar nessa lógica”, reforçou.
Para o turismo, a Região precisa de um plano estratégico “equilibrado e que seja real, vivo, e que inclua pessoas que percebam mesmo do assunto”. O turismo precisa de estratégia, que os empresários falem com o Governo e que o Governo fale com os empresários. “Precisamos que os turistas descubram os Açores”, mas que existam eventos – principalmente na época baixa – que os atraiam para mais do que uma visita.
“Mas andamos a vender postais ilustrados e esquecemos que temos de vender eventos. Quem vem uma vez e viu uma lagoa, queremos que volte para ver outras coisas e não apenas natureza. Precisamos de eventos no Inverno, de Outubro a Maio, porque numa terra onde chove no Inverno, temos de criar outros eventos”, reforçou José Pacheco que deu o exemplo da Madeira que criou a Festa da Flor na época baixa de turismo.
Uma estratégia equilibrada, real e que aposte na quebra da sazonalidade é o que se espera para o futuro do turismo nos Açores.
Horta, 16 de Abril de 2026
CHEGA I Comunicação
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