A Região Autónoma dos Açores, em particular a ilha de Santa Maria, possui características geográficas e infra-estruturais que a tornam propícia ao desenvolvimento do sector aeroespacial, incluindo a exploração espacial. Este potencial já começou a ser aproveitado com a instalação de estações de rastreio e o projecto do porto espacial.
Dado o potencial estratégico do sector aeroespacial para o desenvolvimento económico e social dos Açores, é necessário que os futuros orçamentos nacionais considerem investimentos e apoios específicos para esta área.
A promoção de parcerias com entidades internacionais, o incentivo à investigação e desenvolvimento e a criação de infra-estruturas adequadas poderiam posicionar os Açores como um pólo de referência no sector aeroespacial, algo que não tem acontecido.
A 14 de Novembro de 2000, Portugal tornou-se o 15.º Estado-Membro da Agência Espacial Europeia (ESA).
Esta adesão devia ter criando um impulso para uma nova era de desenvolvimento da Agência Espacial Portuguesa para se darem passos em frente na “Estratégia Portugal Espaço 2030: Uma Estratégia de Investigação, Inovação e Crescimento para Portugal”, baseada em objectivos estratégicos que não passam de promessas e de propaganda.
Os Marienses estão fartos de serem enganados pelos sucessivos Governos da República que prometem o céu e a terra, mas nada se concretiza.
O CHEGA promete acabar com esta bandalheira de prometer e não cumprir, enquanto apenas se criam mais agências e observatórios para justificar tachos e mais tachos, enquanto os Açorianos ficam a ver os foguetões a passar.
Francisco Lima
Cabeça-de-lista do CHEGA Açores às eleições legislativas de 18 de Maio de 2025

