Os partidos de extrema-esquerda sofrem do síndrome da liberdade tóxica: cada um pode fazer o que quiser, pode ter o sexo que quiser, mesmo nascendo rapaz pode ser rapariga (Trans/raparigo), pode abortar à vontade nem que seja até aos nove meses, pode consumir drogas à vontade, todo o bicho careca que nasça na paragem do autocarro deve ter a liberdade de escolher ser português se quiser — mesmo sem saber uma palavra em português, etc. O rol é imenso.
Nestes partidos radicais parece que ninguém quer ou pode governar, pois esta coisa de ter alguém a dar ordens é uma coisa do passado. Devemos ter sempre dois a pensar e, para sermos inclusivos, que sejam dos dois sexos biológicos — para não ser sexismo. Foi isto que fez este fim de semana o Livre, nomeando não um novo chefe, mas dois, apesar do “Chefão” Rui Tavares continuar a dar as ordens — como toda a gente sabe.
O que eu recomendo ao Livre e ao Bloco de Esquerda (com a mesma política das duas cabeças a mandar) é que arranjem um “raparigo” a mandar e assim ficam alinhados com o “wokismo” em estado puro e acabem com esta coisa de nomear homens ou mulheres, brancos, heterossexuais, nascidos de pais portugueses. Um raparigo, preferivelmente imigrante, seria o ideal.
Haja paciência.
Francisco Lima
Deputado do CHEGA Açores

