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PARLAMENTO JOVEM: UMA ESCOLA DE DEMOCRACIA

Num tempo em que se repete que os jovens estão afastados da política, importa olhar com atenção para iniciativas que provam exactamente o contrário, como é o caso do Parlamento Jovem, que é talvez, no meu entender, uma das iniciativas mais relevantes na formação cívica das novas gerações.
Num contexto marcado pela desinformação, pela rapidez das redes sociais e pela polarização do discurso público, estas aprendizagens tornam-se ainda mais valiosas. Saber fundamentar uma opinião, analisar criticamente uma proposta e questionar fontes de informação são competências essenciais, não apenas para o debate político, mas para a vida em sociedade.
Promover o Parlamento Jovem não é apenas apoiar uma actividade escolar. É apostar na formação de cidadãos activos, responsáveis e dotados de pensamento crítico.
Esta semana, os jovens dos Açores, estiveram reunidos na Horta, na Assembleia Regional, em plenário jovem, onde se debruçaram sobre a literacia financeira.
De facto, a literacia financeira é uma das competências mais importantes que um jovem pode desenvolver, porque influencia directamente as suas decisões, a sua autonomia e o seu futuro.
Com conhecimentos básicos sobre poupança, crédito, juros, inflacção e investimento, os jovens conseguem avaliar melhor propostas de cartões de crédito, empréstimos estudantis ou compras a prestações. Em vez de decidirem por impulso, aprendem a analisar custos, riscos e benefícios e, podem ainda, dar um contributo em casa, à própria gestão familiar.
Saber gerir um orçamento, distinguir necessidades de desejos e planear despesas vai ajudar, certamente, os jovens a evitarem dívidas desnecessárias e a construírem hábitos financeiros saudáveis desde muito cedo.
Para além disso, poderá ajudar, no futuro, a prevenir alguma vulnerabilidade económica. Pois, se não gastarem, mais do que podem, e se compreenderem estes conceitos, tornam-se menos susceptíveis a fraudes, endividamento excessivo ou decisões precipitadas, evitando assim que se coloquem em situações mais frágeis.
No entanto, a literacia financeira não é apenas sobre dinheiro é, essencialmente, sobre planeamento de vida, pois permite definir objectivos, como estudar fora ou abrir um negócio e traçar estratégias realistas para os alcançar.
Investir na educação financeira dos jovens é investir em adultos mais preparados, conscientes e capazes de construir estabilidade e segurança para si próprios e para a própria sociedade.

Olivéria Santos
Deputada do CHEGA Açores

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