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COM A PRESSÃO DO CHEGA NOS AÇORES O RSI BAIXOU 60%!

Entre dezembro de 2019 e dezembro de 2025, o número de beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI) nos Açores passou de cerca de 15.000 para aproximadamente 6.000 pessoas. Uma redução próxima de 60%.

Não são opiniões. São dados oficiais.

As informações constam das Sínteses Estatísticas da Segurança Social, publicadas pelo Instituto da Segurança Social (ISS, I.P.), podendo ser confirmadas e cruzadas com indicadores do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Durante anos, os Açores foram campeões nacionais na dependência do RSI. Proporcionalmente, éramos uma das regiões com mais beneficiários do país. Isso não era solidariedade. Era falência de modelo. Era acomodação política. Era um sistema que premiava a dependência e penalizava quem trabalhava.

O CHEGA Açores sempre disse o que muitos tinham medo de afirmar: o RSI não pode ser um modo de vida.

A redução agora verificada não aconteceu por acaso. Aconteceu porque houve pressão política clara da nossa parte sobre o Governo Regional e uma mudança de discurso.
Durante anos repetimos:
• O RSI deve ser um apoio transitório, não um rendimento vitalício.
• Deve existir fiscalização efetiva e cruzamento rigoroso de dados.
• Quem tem capacidade para trabalhar deve integrar o mercado de trabalho.
• A justiça social começa na proteção de quem trabalha e desconta.

Reduzir beneficiários não é abandonar quem precisa. É separar necessidade real de abuso. É devolver dignidade ao trabalho. É dizer que o Estado não pode ser cúmplice da dependência permanente.

Os números são oficiais. As fontes são públicas. A tendência é clara.

Os Açores não podem voltar ao assistencialismo crónico que nos colocou na cauda do país. Precisamos de produtividade, responsabilidade e autonomia económica. Precisamos de um modelo que premie o esforço e não a inércia.

A verdadeira inclusão social não se faz com cheques eternos. Faz-se com exigência, oportunidade e dignidade através do trabalho.

E quando há coragem política para mudar, os resultados aparecem.

Fontes:
– Instituto da Segurança Social, I.P., Síntese Estatística da Segurança Social, dezembro de 2019 e dezembro de 2025.
– Instituto Nacional de Estatística (INE), indicadores sociais regionais.

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