Segundo algumas figuras, mais ou menos mediáticas, do nosso meio político, deveríamos ter um Presidente da República, cujo valor maior não é ser um defensor de Portugal, mas sim ser um agregador contra o papão, do André Ventura, este sim um patriota, e moderado de direita, populista e conservador.
Valores que muitos Portugueses reconhecem e defendem, até que são doutrinados pelos meios de comunicação social, agora na nova abordagem de que António José Seguro não é o candidato da PS. Efectivamente não era, mas agora é.
António José Seguro vai ajudar o PS a recuperar com a infusão de muitos votos dos outros socialistas como ele, e dos socialistas democráticos PSD, tudo para se atrasar a mudança de que o país necessita, e que André Ventura promete trazer!
Mas para além do tempo perdido que a eleição de António José Seguro poderá significar, o maior prejuízo será o de terem tempo para “arrumarem certos assuntos pendentes”, e isso não será certamente em benefício do Povo e de Portugal.
Em tempos, na comunicação de um partido “fascista”, o CDS, e que agora é reconhecido por aquilo que sempre foi, de centro-direita e conservador (democrata cristão), havia uma mensagem que dizia: se queres saber como é o comunismo, pergunta a um Polaco. Agora podemos dizer com confiança, se queres saber o que é a direita, conservadora e populista, pergunta a um Italiano, pergunta sobre a Georgia Meloni.
Não percamos mais tempo, há muito a fazer para endireitar este país, mas há coisas que se não forem feitas agora, vão ser mais difíceis de conseguir, e tudo porque muitos dos moderados tem medo da sombra, e ainda dormem com uma luzinha acesa.
Nuno Cymbron
Autarca do CHEGA no Nordeste

