As Sete Cidades sempre foram um lugar aprazível para as famílias micaelenses acamparem, especialmente durante as suas festividades. Acabou-se com o campismo selvagem, e bem, prometendo-se em troca um Parque de Campismo organizado, com condições dignas e capaz de receber tanto locais como turistas.
No entanto, passados anos e muitas promessas, o que era suposto ser um verdadeiro Parque de Campismo não passa, hoje, de um simples relvado onde se podem colocar tendas, sem qualquer organização, estrutura ou condições, e de forma gratuita.
Em qualquer lugar do mundo, um Parque de Campismo é muito mais do que isto. É um espaço planeado, com infraestruturas, higiene, segurança, e serviços que valorizam a experiência do visitante, e que deve ter um custo para o utilizador que cubra parte das despesas. Aqui, ficámos pela promessa.
Este desleixo não é apenas uma falha administrativa, é um retrato de como desperdiçamos oportunidades para valorizar o nosso património natural. As Sete Cidades são um símbolo dos Açores, e merecem um espaço de campismo à altura do seu nome, que seja motivo de orgulho, não de vergonha.
Está na hora de deixar de enganar os locais e quem nos visita e de cumprir o que foi prometido. O “suposto” Parque de Campismo das Sete Cidades precisa de deixar de ser apenas um relvado e tornar-se, finalmente, num verdadeiro exemplo de turismo organizado e de qualidade.
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