A crise da habitação é uma realidade gritante em todo o arquipélago. Ponta Delgada não é exceção, e nas freguesias rurais, como a emblemática Sete Cidades, o problema é ainda mais dramático. A desertificação é já um facto consumado e a escassa oferta habitacional atira os preços para valores incomportáveis, acessíveis apenas a estrangeiros com grande poder de compra.
O mais revoltante é ver loteamentos inteiros, criados há décadas, completamente parados. Terrenos onde só a erva cresce e onde as infraestruturas se degradam dia após dia, sem que nada seja feito.
Esta é a herança do socialismo: décadas de promessas, zero resultados. E agora, o atual governo repete o enredo, promessas e mais promessas de que, talvez, através do PRR, alguma coisa avance.
O CHEGA exige ação imediata: que estes loteamentos sejam desbloqueados e colocados ao serviço das famílias açorianas que querem viver e trabalhar na sua terra, junto das suas raízes, comunidade e familiares.
E deixamos o aviso: não aceitaremos que estas oportunidades sejam transformadas em casas oferecidas a quem não quer trabalhar. A habitação tem de ser para quem merece, para quem se esforça, para quem constrói o futuro da nossa Região.
Disto, já CHEGA!

