InícioNotíciasMULHERES NÃO PODEM IR PARA A POLÍTICA POR DECRETO OU OBRIGAÇÃO

MULHERES NÃO PODEM IR PARA A POLÍTICA POR DECRETO OU OBRIGAÇÃO

A obrigação da paridade na política é algo com que o CHEGA não concorda, por considerar que quem está na política tem de ser por gosto e por vontade e não por imposição. No debate a propósito da décima alteração à Lei Eleitoral para a Assembleia legislativa da Região Autónoma dos Açores, a deputada Olivéria Santos explicou o ponto de vista do CHEGA que entende que a paridade “não pode ser algo imposto. Não se pode obrigar as mulheres a ir para a política, nem os homens. Vai quem quer e vai por mérito. Não se pode por mulheres em política – ou noutro sector qualquer – apenas por decreto. Isto não faz sentido”.

A parlamentar, defendeu que “muitas mulheres não querem estar na política porque não gostam e não se pode obrigar as mulheres a fazer uma coisa que não gostam senão, garantidamente, seja na política seja noutro sector, não vão desempenhar bem o seu papel”.

A proposta à alteração da Lei Eleitoral, apresentada pelo Bloco de Esquerda, tinha, contudo, uma questão que o CHEGA aplaudiu. “Somos totalmente a favor no ponto em que as pessoas com incapacidades invisuais não podem continuar a ser discriminadas. Os cegos e amblíopes merecem ter um boletim de voto em Braille, na linguagem que conhecem”, explicou Olivéria Santos.

O CHEGA acabou por se abster na Anteproposta de Lei que procede à décima alteração à Lei Eleitoral para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores.

Horta, 2 de Junho de 2025
CHEGA I Comunicação

RELATED ARTICLES

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Most Popular

Recent Comments