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10 MANDAMENTOS DO CHEGA

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1 – O CHEGA TEM CORAGEM DE DENUNCIAR A CORRUPÇÃO, a subsidiodependência, a fraude, o compadrio, a classe política tradicional maioritariamente corrupta, de um Portugal que não se desenvolve por estar capturado pelas teias do sistema, onde se inclui a comunicação social que alimenta diariamente o ódio ao CHEGA com mentiras e manipulações.

2 – O CHEGA DEFENDE COM ORGULHO A NOSSA HISTÓRIA E O NOSSO PATRIMÓNIO CULTURAL E RELIGIOSO, respeitando a diferença, mas não aceita a imposição de novas normas sociais numa espécie de nova doutrinação como a esquerda defende e promove.

3 – O CHEGA ACREDITA NUM ESTADO FORTE EM MATÉRIAS ESSENCIAIS E EXCLUSIVAS como a Justiça, segurança interna e defesa da integridade territorial, mas não aceita o monopólio do Estado na Saúde, Educação, Transportes etc, onde as empresas públicas são mal geridas, a maioria das quais falidas, que geram anualmente milhões de euros de dívida para as futuras gerações pagarem, estando ainda infestadas de comissários políticos e “boys” e “girls” dos partidos do sistema. O Estado deve apenas financiar quem não tem meios económicos para ter saúde e educação de qualidade e devem todos ter acesso quer aos serviços públicos quer aos privados. No atual sistema só tem acesso a cuidados de saúde de qualidade quem pode pagar, os outros morrem em listas de espera.

4 – O CHEGA ACREDITA NA ECONOMIA PRIVADA EM DETRIMENTO DO ESTADO, mas combate ferozmente os monopólios e oligopólios nacionais e transnacionais que exploram os consumidores e vivem parasitando o Estado e consequentemente o contribuinte. O CHEGA não defende o ” capitalismo selvagem ” que quer privatizar tudo por razões puramente ideológicas. Para existir economia privada tem de haver garantias de que há concorrência, os preços são justos, os serviços são de qualidade e as empresas ganham dinheiro. Não contem com o CHEGA para vender o Estado a retalho e a saldo aos donos disto tudo, ou obrigar as empresas a perderem dinheiro. Quem investe e cria riqueza não pode continuar a ser perseguido e tratado como bandido.

5 – O CHEGA É CONTRA TODO O RADICALISMO AMBIENTAL E A DITADURA DAS MINORIAS. O ambiente deve estar ao serviço da população e não servir para escravizar a população e impedir que a sociedade explore legitimamente os recursos naturais desde que o faça de forma equilibrada e sustentável. As minorias devem ser respeitadas, mas não podem nem devem impor as suas agendas radicais à restante população.

6 – O CHEGA DEFENDE A REDUÇÃO DE TODOS OS CARGOS DE NOMEAÇÃO POLÍTICA, extinção de fundações e institutos inúteis que só servem para alimentar clientelas partidárias.

7 – O CHEGA DEFENDE A REFUNDAÇÃO DA JUSTIÇA ATRAVÉS DO COMBATE IMPIEDOSO AO CRIME DE COLARINHO BRANCO e aos megaprocessos de corrupção em que só os “pilha-galinhas” são condenados. É necessário criminalizar o enriquecimento ilícito de políticos e aprovar a delação premiada em Portugal como forma de punir corruptos.

8- O CHEGA DEFENDE ALTERAÇÕES CONSTITUCIONAIS no sentido de instituir a pena de prisão perpétua para crimes hediondos como pedofilia, homicidios em série etc. O CHEGA é, no entanto, contra a Pena de Morte e a Eutanásia, por entender que não compete ao ser humano decidir sobre a vida – este é um bem demasiado precioso para ser descurado. Para o CHEGA esta constituição de cariz comunista não serve ao país, mas sim é a gênese do empobrecimento e da impunidade.

9 – O CHEGA CONDENA A CULTURA DO FACILITISMO, DO “DEIXA ANDAR” E DA SUBSIDIODEPENDÊNCIA e defende a autodeterminação e a autorresponsabilização das pessoas. Temos de acabar com este estado assistencialista para quem não quer trabalhar e vive à custa dos outros, mas que persegue e asfixia em impostos a classe média e os pobres, mas vira-lhes as costas quando estes dele precisam.

10 – O CHEGA LUTA COM A ESCRAVATURA DOS IMPOSTOS E DE UM ESTADO PARASITA que fica com mais de 50% da riqueza nacional para gerir quase sempre de forma irresponsável; o estado tem que devolver aos portugueses em bens e serviços de qualidade na justa medida do que subtraiu à sociedade através dos impostos. Temos um estado forte com os fracos e fraco com os fortes que persegue quem trabalha, mas que dá tudo a quem não quer fazer nada nem sequer cumprir a lei.

Por Francisco Lima
Vice-presidente do CHEGA Açores
Setembro de 2022