Quando se enfrentam interesses instalados há décadas, não se recebem aplausos. Recebem-se ataques.
Quando se denunciam privilégios, abusos e injustiças, não se recebe apoio dos beneficiários do sistema. Recebem-se campanhas de difamação, insultos e tentativas de silenciamento.
Vejam o que acontece sempre que denunciamos os abusos das baixas fraudulentas, os prejuízos das empresas públicas, os desperdícios do dinheiro dos contribuintes ou as greves cirurgicamente marcadas para prejudicar trabalhadores, famílias e passageiros.
Os primeiros a levantar-se são sempre os mesmos.
São os profissionais da indignação permanente. São os sindicalistas que já não representam o povo trabalhador, mas sim uma agenda ideológica que coloca a luta partidária acima dos interesses da população.
Enquanto milhares de açorianos trabalham, produzem riqueza e sustentam o país, alguns dirigentes sindicais parecem mais preocupados em servir velhas cartilhas políticas do que defender quem se levanta cedo para trabalhar.
A verdade é simples:
Se estivéssemos errados, ignoravam-nos.
Se fôssemos irrelevantes, não perderiam tempo connosco.
Se não estivéssemos a mexer nos interesses instalados, não estariam tão incomodados.
Quanto mais nos atacam, mais demonstram que estamos a tocar onde dói.
Quanto mais se agitam, mais percebemos que o remédio está a fazer efeito.
E enquanto eles gritam, nós continuaremos a fazer aquilo que prometemos ao povo açoriano: fiscalizar, denunciar e combater quem se julga dono do sistema.
NÃO NOS CALARÃO!
Porque a verdade incomoda.
Porque a coragem assusta.
Porque a mudança já começou.

