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CHEGA EXIGE RESPONSABILIDADES PARA PREJUÍZOS DA SATA

O CHEGA promoveu hoje um debate de urgência sobre a Azores Airlines, que classificou como “desastre económico” que se vem arrastando ao longo dos anos, com avultados prejuízos que custam dinheiro a todos os Açorianos.
O deputado Francisco Lima declarou que a Azores Airlines “é um exemplo flagrante de décadas de má gestão, incúria política e desrespeito pelos contribuintes. A situação financeira é absolutamente desastrosa, a viabilidade económica é nula e o processo de privatização arrasta-se há meses — melhor, há anos — com fortes indícios de fracasso iminente”.
Perante este cenário, avançou-se para a privatização, num processo que está parado, e, em 2024, apesar de mais passageiros transportados e aumento de receita, os prejuízos da SATA foram ainda maiores, principalmente devido à Azores Airlines.
Francisco Lima reforça que estes resultados são a prova da “falta de competência das sucessivas administrações da SATA, o que não acontece agora, mas há décadas, aliás vem do século anterior. A realidade é que a SATA acumula, desde 2021, centenas de milhões de euros em prejuízos. As desculpas com as heranças do passado da governação socialista já não explicam estes resultados”. Até o próprio Governo Regional já se queixa da SATA, lembrando Francisco Lima as declarações do Vice-Presidente do Governo que afirmou que “a TAP trata melhor os Açores do que a própria SATA”.
Enquanto o sector da aviação global prospera com lucros bilionários, a SATA afunda-se em prejuízos. Apesar da administração da SATA ter apresentado um plano de reestruturação, “os Açorianos não viram qualquer evidência concreta de que o plano esteja a dar resultados”, nem os deputados viram sequer os resultados financeiros do 1.º trimestre de 2025, conforme é obrigação legal o governo o fazer.
“Durante anos, ouvimos promessas de reestruturação, mudanças de gestão e, agora, um processo de privatização que foi anunciado em Março de 2023 e que está parado. Não há calendário, não há resultados, não há explicações. Só silêncios. Só mais tempo perdido. Só procrastinação. Esta é uma empresa que consome dezenas de milhões de euros por ano, desviando recursos que deviam ser investidos em áreas essenciais como a saúde, a educação e o apoio à economia”, reforçou Francisco Lima.
Perante este “desastre económico” que dura há anos, o presidente da SATA culpa tudo e todos pelos maus resultados em 2024: o clima agreste dos Açores, as avarias, as colisões com aves, os defeitos dos aviões como o Airbus A320 Neo que nas suas palavras é um “flop” e até os empresários, acusando-os da SATA ter servido de “barriga de aluguer para o tecido económico e empresarial dos Açores”. Mas sobre a má gestão com aumentos salariais irresponsáveis e inexplicáveis de mais de 30% nada diz, nada sabe, nada explica.
O CHEGA exige responsabilidades e quer saber se o Plano de Sustentabilidade tem dado resultados, se o plano de reestruturação acordado com a União Europeia está a ser cumprido, se o Grupo SATA tem viabilidade financeira para manter as ligações inter-ilhas, com o continente e com a diáspora. Francisco Lima exigiu ainda resposta sobre o processo de privatização e quis saber qual a decisão a tomar, caso o processo de privatização da Azores Airlines não se concretize até 31 de Dezembro de 2025.
Horta, 9 de Julho de 2025
CHEGA I Comunicação
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