É uma obra que foi inscrita no Plano Regional anual para 2026 e diz respeito à “melhoria do acesso Ponta Delgada-Mosteiros”, no entanto, apresentava uma dotação de apenas 20 mil euros – meramente insuficiente para uma obra de envergadura.
O CHEGA enviou por isso um requerimento solicitando esclarecimentos ao Governo Regional dos Açores acerca desta intervenção, nomeadamente os trabalhos que estão previstos, que estudos foram realizados e qual o investimento global estimado para melhorar esta ligação rodoviária.
Além disso, está prestes a ser inaugurada a Variante às Capelas – um investimento superior a 45 milhões de euros, maioritariamente financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) – querendo os deputados saber se estes dois investimentos se articulam e se existe uma estratégia integrada para assegurar a melhoria das acessibilidades rodoviárias até à zona poente do concelho de Ponta Delgada.
Para o CHEGA, uma ligação rodoviária mais rápida, segura e eficiente entre Ponta Delgada e os Mosteiros poderá contribuir decisivamente para reduzir assimetrias territoriais, melhorar a mobilidade das populações e criar melhores condições para a actividade económica e para a fixação de famílias e jovens nas freguesias da zona poente da ilha.
“A coesão territorial não pode ficar apenas pelas intenções. As populações da zona poente de São Miguel têm direito a melhores acessibilidades e a uma estratégia de investimento que lhes permita ter melhores condições para viver, trabalhar e fixar as suas famílias”, refere o líder parlamentar do CHEGA, José Pacheco.
Ponta Delgada, 25 de Agosto de 2026
CHEGA I Comunicação

