CHEGA denuncia políticas que bloqueiam o investimento, impedem a construção e condenam as ilhas mais pequenas à desertificação!
Durante uma visita à Ilha Graciosa, os deputados do CHEGA ouviram as preocupações da população e criticaram duramente as restrições que impedem muitos proprietários de construir nos seus próprios terrenos, travando a habitação, o investimento e o desenvolvimento económico.
“Não podemos continuar a tratar ilhas com realidades completamente diferentes pelas mesmas regras, como se a Graciosa tivesse a dimensão e as necessidades de São Miguel”, alertou José Pacheco.
O líder do CHEGA Açores considera particularmente grave que a revisão do Plano Diretor Municipal de Santa Cruz da Graciosa não esteja, segundo as preocupações transmitidas, a criar as oportunidades necessárias para fixar população e atrair investimento.
Para o CHEGA, a proteção da paisagem não pode servir de desculpa para sacrificar os direitos dos proprietários e condenar uma ilha ao despovoamento.
O CHEGA exige políticas ajustadas à realidade de cada ilha, que permitam criar habitação, atrair investimento, dinamizar o comércio e dar aos jovens razões para permanecer na sua terra.
A GRACIOSA PRECISA DE FUTURO, NÃO DE MAIS PROIBIÇÕES E ABANDONO!
A GRACIOSA NÃO PODE CONTINUAR ESQUECIDA!
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