A saída da Ryanair representa uma perda estimada de 100 mil passageiros e volta a mostrar um problema que o CHEGA Açores há muito denuncia: falta uma verdadeira estratégia para o turismo.
Não podemos governar os Açores a pensar hoje no próximo inverno e amanhã no próximo verão.
Há empresários que investiram, famílias que colocaram as suas poupanças no setor e trabalhadores que dependem do turismo. Estas pessoas precisam de certezas, não de improvisos.
O turismo tem de ser planeado a 5, 10 ou 20 anos, com uma estratégia clara para as nove ilhas.
Os Açores não podem continuar a viver de remendos. É preciso visão, planeamento e coragem para decidir o futuro!

