A crise da habitação nos Açores não caiu do céu. É o resultado de anos de más políticas e de governos que preferem criar dependência em vez de dar liberdade às pessoas.
Enquanto o CHEGA defende uma aposta séria na autoconstrução, para que cada família possa construir a sua própria casa e conquistar a sua independência, os sucessivos governos continuam a preferir o modelo do Estado-patrão: o Estado constrói, o Estado arrenda, o Estado entrega a chave… e espera gratidão.
É o velho espetáculo socialista: chamam as pessoas, entregam a chave para a fotografia, sorriem para as câmaras e esperam que, depois, essas mesmas pessoas se sintam obrigadas a retribuir nas urnas.
Nós rejeitamos essa forma de fazer política.
Quem trabalha merece ter uma casa sua, paga com o fruto do seu esforço, sem depender dos favores do Governo e sem ter de prestar vassalagem a ninguém.
A liberdade começa quando uma família tem um teto que é verdadeiramente seu, não quando vive dependente da boa vontade de quem está no poder.
Os Açores precisam de mais terrenos disponíveis, menos burocracia, mais incentivos à autoconstrução e políticas que coloquem as famílias em primeiro lugar, em vez da propaganda.
O CHEGA continuará a lutar para que os açorianos possam viver com dignidade, conquistar a sua casa e olhar para o futuro de cabeça erguida.
Porque para ter uma casa, ninguém deve ter de ficar de joelhos.

