Há uma pergunta que os políticos do costume fogem de responder: porque é que há milhares de empresas desesperadas à procura de trabalhadores e, ao mesmo tempo, continua a haver quem viva anos a fio de subsídios?
O CHEGA sempre defendeu uma coisa muito simples: quem realmente precisa de ajuda deve ser apoiado. Mas quem tem capacidade para trabalhar não pode fazer do RSI um modo de vida.
Os portugueses trabalham, descontam e pagam impostos todos os meses. Não é justo que esse dinheiro continue a alimentar um sistema que, em muitos casos, recompensa a dependência em vez do esforço.
É precisamente isso que alguns partidos querem: cidadãos dependentes do Estado, sempre de mão estendida, sempre à espera de mais um subsídio.
Nós defendemos o contrário.
Defendemos pessoas livres, que vivem do seu trabalho, do seu mérito e do seu esforço. Um Estado que apoia quem está em dificuldade, mas que também exige responsabilidade de quem pode contribuir.
O RSI não pode ser um salário sem trabalho.
Quem pode trabalhar, deve trabalhar. É uma questão de justiça.

