No Dia dos Açores, que hoje se assinala solenemente em São Miguel, o Presidente e deputado do CHEGA Açores, José Pacheco, começou por destacar os “pequenos bairrismos” que ainda se sentem contra a maior ilha dos Açores, para evocar depois o hino do Divino Espírito Santo – festividade que tradicionalmente une todas as ilhas.
“Os Açores são terra de horizontes infinitos e de almas teimosas”, de quem passou por tantas catástrofes naturais, mas que mesmo assim avançou com resiliência. “Porque há qualquer coisa de eterno no coração Açoriano”, já que os Açores não são apenas nove ilhas no meio do mar, mas sim a alma Açoriana que se revela na sinceridade, na partilha, e “na fé simples de um povo que aprendeu a dividir o pouco para que nunca faltasse nada a ninguém”.
No Dia dos Açores, celebra-se também a alma deste Povo que, com coragem e esperança, quer sempre mais pela sua terra.
“Porque os Açores nunca foram pequenos. Pequeno é quem olha para estas ilhas e não consegue ver a grandeza do seu povo”, reforçou José Pacheco.
Porque muito pode mudar – os ventos, as marés, os tempos, os Governos – “mas há coisas que permanecem como faróis no meio da tempestade. Permanece a nossa fé. Permanece a nossa identidade. Permanece esta força silenciosa que impede este povo de se render”.
José Pacheco reforça que talvez seja esse o maior milagre Açoriano: “continuar a acreditar quando tudo parece difícil. Continuar a lutar mesmo diante da incerteza. Continuar a erguer futuro no meio do oceano. Porque os Açores não são apenas o lugar onde vivemos. Os Açores são aquilo que somos”.
Em conclusão, José Pacheco ressalvou que enquanto houver um Açoriano que mantenha no coração o amor pela sua terra, “haverá sempre esperança a nascer sobre estas ilhas”.
“Que o Divino Espírito Santo continue a estender as suas asas sobre este povo de mar e de fé”, concluiu o Presidente e deputado do CHEGA Açores.
Ponta Delgada, 25 de Maio de 2026
CHEGA I Comunicação

