O Subsídio Social de Mobilidade voltou a estar em discussão, depois de uma declaração política do PPM, onde se voltou a criticar todas as burocracias e entraves que têm sido criados aos Açorianos para o reembolso das passagens aéreas.
O líder parlamentar do CHEGA, José Pacheco, declarou que os Açorianos “não precisam de esmolas”, precisam sim de pagar aquilo que lhes é devido para viajar. É essa a solução que deve ser encontrada pelo Governo da República, seja com o pagamento às companhias aéreas através do Banco de Fomento ou da Caixa Geral de Depósitos.
“Qualquer companhia aérea sabe que há uma regra, que vai receber através de uma entidade. Não conseguimos perceber qual é a dificuldade. A solução é simples. Queremos o que temos direito, como qualquer cidadão que usa os autocarros em Lisboa ou nos barcos no Tejo. Fala-se agora em TGV para criar mobilidade, mas para os Açorianos é só dificuldades”, reforçou o parlamentar.
“Não tenho culpa de termos um Governo obtuso e com palas nos olhos que olha para os Açores como pobrezinhos”, reclamou José Pacheco que lamentou que o Estado trate os Açorianos como cidadãos portugueses de segunda categoria.
Horta, 18 de Março de 2026
CHEGA I Comunicação

