ELES JÁ ESCOLHERAM — FALTA O POVO DECIDIR
Chegámos a um ponto de nojo político absoluto. Ouvir comentadores a dizer, de forma descarada, que Montenegro será mandado por Bruxelas a apoiar Seguro na segunda volta é a prova final de que este regime já nem tenta disfarçar. A “Europa” — essa entidade não eleita — decide, os partidos obedecem e o povo que se cale. Tudo para travar o papão da chamada “extrema-direita”, leia-se: qualquer força que ameace o poleiro desta elite corrupta e parasitária.
Os mesmos de sempre, os chupistas profissionais do sistema, surgem agora em coro a pedir o “voto moderado”. Moderado para quem? Para os que vivem do regime, para os que nunca perderam nada, para os que transformaram o Estado num negócio privado. “Voto moderado” é o código sujo para continuar tudo na mesma, para garantir que ninguém mexe nos privilégios, nas redes de influência e na podridão instalada.
Para a comunicação social, a segunda volta é uma formalidade. Já decidiram tudo entre jantares, painéis televisivos e palmadinhas nas costas. Na narrativa deles, os eleitores de Cotrim, do Almirante ou de Marques Mendes não passam de idiotas úteis, massa de manobra sem pensamento próprio, bonecos que devem alinhar e obedecer. É o desprezo total pelo eleitor.
Não sei — nem me interessa — por que razão esses eleitores escolheram outros candidatos na primeira volta. Mas sei isto: não votaram para manter o pântano. Não votaram para colocar em Belém uma figura decorativa, submissa e irrelevante, nem para permitir que o socialismo passe a mandar no país a partir da Presidência. O discurso do carneiro não deixou dúvidas: com Seguro, Portugal continuará preso ao socialismo, à dependência, à estagnação e ao fracasso.
O que estamos a ver é o sistema em pânico. Um sistema velho e corrupto, que fará tudo — chantagem, manipulação mediática, pressão externa — para sobreviver. Um sistema que transformou Portugal num país fraco, resignado, que não se respeita nem se faz respeitar.
Está na hora de a direita deixar de ser estúpida. Chega de cobardia e de complexos de inferioridade. Enquanto os socialistas se unem em bloco, disciplinados e unidos como sempre, na mentira e na sobrevivência do regime, a direita anda a brincar à política, a dividir-se e a fazer o jogo do inimigo.
Ou a direita acorda agora e dá o seu contributo para a mudança do sistema, ou continuará a ser cúmplice da destruição do país pelo socialismo.
Francisco Lima
Deputado e Vice-Presidente do CHEGA Açores
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