No centro histórico de Angra do Heroísmo, os candidatos do CHEGA pelo círculo eleitoral dos Açores às próximas legislativas, foram identificando e denunciando os edifícios e serviços da República que estão ao abandono. Dos populares com quem se cruzavam foram ouvindo a “vergonha” dos vários edifícios abandonados, e as queixas dos serviços que agora estão praticamente sem funcionários, como o registo predial. A comitiva do CHEGA foi recebendo elogios e incentivos para que quando chegar à República, se denuncie o que está mal na Região e se obrigue o Estado a cumprir com as suas obrigações.
Já o cabeça-de-lista do CHEGA Açores, Francisco Lima, denunciou no local isso mesmo. Junto ao edifício da Alfândega, apontou o “edifício enorme, com utilização mínima e completamente degradado” que destoa numa cidade que é Património Mundial.
“Quando temos na República, os Governos do PS e do PSD a falar na necessidade de habitação, na necessidade de dinamizar os centros históricos e depois não fazem nada. Os contribuintes sentem-se indignados quando vêem os edifícios da República a cair de podres”, argumentou Francisco Lima.
O cabeça-de-lista do CHEGA pelo círculo eleitoral dos Açores, apresentou a proposta que vai apresentar na República para que os edifícios públicos sejam devolvidos à Região “para rentabilizar através de serviços públicos ou alienar e vender. Temos um Estado que não faz nem deixa fazer”. A proposta do CHEGA vai no sentido de serem passados para a Região os edifícios da República que estão completamente ao abandono.
Além dos edifícios, também os serviços que dependem da República são alvo de desinvestimento constante. Seja nos tribunais, seja nos serviços das Finanças, seja nos registos prediais, “há serviços que foram encerrados. Há serviços que tinham mais de dez funcionários e agora têm três ou quatro”. O que leva Francisco Lima a concluir que “a República abandonou os Açores, dá a ideia que aqui não é Portugal. O CHEGA tem vindo a denunciar que a República não investe nos Açores, deixa os Açores completamente ao abandono e o CHEGA vai denunciar isso na Assembleia da República, porque os Açores são Portugal e não merecem ser tratados com o desprezo com que a República nos trata”.
É por isso que o CHEGA está confiante num bom resultado no próximo dia 18 de Maio, para que a voz dos Açores seja ouvida na República, denunciando o que precisa de ser mudado na Região. “Os Açorianos é que vão escolher se acham que Francisco César e Sérgio Ávila – que já andam aqui há 30 anos – é que devem ser a voz dos Açores, ou se é a AD – que tem apenas três parágrafos no seu programa eleitoral sobre os Açores – que deve representar a Região na República, ou se vão dar a oportunidade ao CHEGA para denunciar na República o que os Açores precisam”, concluiu Francisco Lima.
Angra do Heroísmo, 12 de Maio de 2025
CHEGA I Comunicação

