O CHEGA considerou hoje um “avanço crucial na protecção e gestão de riscos naturais”, o Plano de Gestão de Riscos de Inundações dos Açores, apresentado hoje pelo Governo Regional, no entanto, “deve ser encarado como um compromisso contínuo”, que exige a colaboração de todos, desde o Governo à comunidade em geral, principalmente, para a limpeza das ribeiras e dos cursos de água. “Uma tarefa urgente que não pode ser negligenciada”, já que a falta de limpeza “aumenta o risco de inundações que podem não só afectar o nosso ambiente, mas também a segurança das nossas casas e das nossas famílias”, alertou o deputado José Paulo Sousa.
No entanto, o parlamentar entende que o Plano de Gestão de Riscos de Inundações dos Açores, sendo importante, “não pode ser um obstáculo ao desenvolvimento da nossa Região. Pelo contrário, deve ser uma ferramenta para garantir que crescemos de forma sustentável e protegermos o que é mais valioso, que são as pessoas, as nossas casas e as infra-estruturas que sustentam o nosso futuro”.
Um diploma que o CHEGA entende ser um ponto de partida, mas que tem de ser “reforçado dia após dia”, sendo encarado como uma “oportunidade de crescimento, de desenvolvimento sustentável e de construção de um futuro mais seguro” para os Açorianos.
Por seu lado, o deputado Francisco Lima criticou a “qualidade deplorável do documento”, apresentado pelo Governo Regional, alertando que, por exemplo, os riscos identificados de inundação foram adaptados de estudos de 2018. Com as alterações climáticas a serem uma das justificações para a apresentação do diploma, Francisco Lima questionou: “desde 2018 para cá, não há alterações climáticas?”.
Horta, 16 de Outubro de 2024
CHEGA I Comunicação

