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CHEGA PICO DENUNCIA EXCESSO DE CHURRASQUEIRAS E FALTA DE ATL’S

O CHEGA na ilha do Pico, representado por João Costa, denuncia publicamente o que considera uma gestão desequilibrada e pouco sensível às reais necessidades da população: a construção excessiva de churrasqueiras em detrimento de infraestruturas verdadeiramente úteis para as famílias, como os ATL’s (Atividades de Tempos Livres).

O caso mais recente que motiva esta crítica refere-se à zona de lazer dos Fogos, na freguesia da Candelária, concelho da Madalena. Segundo João Costa, o espaço está longe de oferecer condições dignas: “As churrasqueiras foram construídas sem o mínimo de critério técnico. Não têm chaminés e deixam quem as utiliza completamente defumado. Além disso, o local sofre com a falta de iluminação e de segurança, sendo mais um exemplo do desperdício de recursos públicos em obras que impressionam à primeira vista, mas que não servem adequadamente a população”.

O CHEGA Pico considera inaceitável que se continue a investir em obras de lazer mal planeadas, quando falta o essencial: espaços seguros e funcionais onde as crianças e jovens possam estar durante os períodos de férias escolares ou após o horário letivo. “Num tempo em que tantas famílias enfrentam dificuldades para conciliar a vida profissional com a educação dos filhos, o apoio através de ATL’s é fundamental. No entanto, esses espaços continuam escassos ou mal equipados em várias freguesias da ilha”, afirma o representante.

A crítica estende-se à falta de visão das autarquias, que priorizam obras visíveis, mas de pouco impacto real na qualidade de vida dos cidadãos. “Não somos contra zonas de lazer ou espaços comunitários. Somos contra a má gestão dos recursos, o desperdício, e o esquecimento das verdadeiras prioridades da população”, acrescenta João Costa.

O CHEGA Pico exige um planeamento mais responsável, com investimentos baseados nas necessidades reais da comunidade. “Queremos menos obras para fotografia e mais políticas públicas com impacto duradouro, especialmente na proteção e desenvolvimento das nossas crianças e jovens. É tempo de governar com seriedade, com foco nas pessoas e não apenas na aparência”, conclui.

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