O CHEGA não acompanhou uma proposta para a criação de um Serviço de Atendimento Veterinário Itinerante, por considerar que “os Açorianos não iriam compreender este investimento, quando a saúde humana anda pelas ruas da amargura”.
As palavras são do deputado José Paulo Sousa, que indicou que o CHEGA até reconhece “a necessidade de se investir na requalificação dos centros de recolha animal, de se promoverem campanhas de esterilização, de se aumentar os apoios às associações de protecção animal, ou as acções pedagógicas para detentores, mas para isso não precisamos de um decreto regulamentar”. No entender do parlamentar, que deixou um repto ao Secretário Regional da Agricultura, “precisamos é de pagar a tempo e horas às associações de protecção animal”.
O parlamentar dirigiu-se também ao proponente – o PAN – para indicar que foram levantadas algumas questões em sede de comissão, nomeadamente como seria feita a itinerância do serviço proposto, mas que não foram devidamente explicadas.
José Paulo Sousa indicou também que a proposta, que acabou rejeitada na Assembleia Legislativa Regional, “não se coaduna com os elevados padrões de qualidade praticados pelos médicos veterinários, violaria o seu código deontológico e, devido a limitações estruturais, colocaria em risco também a saúde e bem-estar animal”, rematou.
Horta, 12 de Março de 2025
CHEGA I Comunicação

