O Grupo Parlamentar do CHEGA apresentou hoje um voto de congratulação à atleta Soraia Teixeira, que se sagrou campeã nacional de lançamento de disco, na categoria Sub-20, no Campeonato Nacional de Lançamentos Longos, que decorreu em Vagos.
A atleta da Associação Cristã da Mocidade da Terceira “não só alcançou um excelente resultado, mas também se destacou como um exemplo de perseverança e superação, inspirando muitos outros jovens atletas a seguir os seus passos”, declarou o deputado Francisco Lima.
O parlamentar indicou que esta conquista da atleta Soraia Teixeira “representa não só um reconhecimento do seu trabalho individual, mas também um orgulho para a sua família, o seu treinador, o seu clube ACM-Terceira e para toda a comunidade desportiva”.
“Esforço e dedicação” da atleta foram recompensados, dignificando também o desporto Açoriano, destacou Francisco Lima.
ATLETA SOFIA MELO ALCANÇA PRIMEIRO LUGAR NA DISCIPLINA DE KUMITE
O deputado José Paulo Sousa apresentou também um voto de congratulação à atleta Sofia Melo, do Clube Karaté Shotokan da Relva, que alcançou o primeiro lugar na disciplina de Kumite, no 30º Grande Torneio de Karaté de Vila das Aves.
Sofia Melo conseguiu alcançar o primeiro lugar no pódio numa prova que reuniu cerca de 800 atletas nacionais e internacionais de 99 clubes de todo o país, “onde os resultados obtidos reflectem a qualidade do ensino e da preparação desportiva promovida pelo clube Açoriano, bem como o compromisso dos seus treinadores e dirigentes no desenvolvimento do Karaté junto das camadas mais jovens”, destacou o parlamentar.
Na mesma competição, destacaram-se ainda a prestação das jovens Maria Lobo e Carlota Lopes que conquistaram o 3º lugar em Kumite Juvenil Feminino, nas categorias de até 55 kg e acima de 55 kg, respectivamente. A atleta Júlia Silva também conseguiu alcançar a 5ª posição, demonstrando o alto nível competitivo e o mérito da comitiva Açoriana, destacou José Paulo Sousa.
VOTO DE PESAR PELO FALECIMENTO DO MONSENHOR WEBER MACHADO PEREIRA
A deputada Olivéria Santos apresentou hoje um voto de pesar pelo falecimento do Monsenhor Weber Machado Pereira, conhecido como “padre dos pobres”. Ordenado no dia 29 de Junho de 1958 em São João de Latrão, em Roma, Weber Machado foi nomeado Monsenhor em Janeiro de 2006, depois de ter sido docente no Seminário Episcopal de Angra e no Seminário Colégio Santo Cristo em Ponta Delgada.
Depois de deixar a docência, dedicou-se à Cáritas de São Miguel, “tendo sido durante anos o rosto mais visível desta instituição, assumindo especial compromisso com os pobres da ilha de São Miguel”, declarou a parlamentar.
Para Olivéria Santos a acção de Monsenhor Weber Machado Pereira “marcou profundamente a sociedade Açoriana, mantendo-se até aos últimos dias de vida como o rosto do compromisso para com os pobres”. Neste sentido, a sua partida – aos 93 anos de idade – “representa uma grande perda para a comunidade religiosa e para toda a sociedade Açoriana, mantendo-se o seu legado além da sua morte”, salientou.
O líder parlamentar do CHEGA, José Pacheco deu o seu testemunho pessoal acerca da convivência com Monsenhor Weber Machado Pereira. “Numa altura que não havia RSI, a Cáritas, e um grupo de pessoas que dava muito do seu tempo, mas com critérios, e que nos ensinaram que lidar com a pobreza não é dar tudo, é também optar”, recordou.
PARTICIPAÇÃO DAS MULHERES NÃO PODE SER POR DECRETO
“Todos os dias são Dia da Mulher”, declarou o líder parlamentar do CHEGA, José Pacheco, a propósito de um voto de congratulação do PSD sobre o Dia da Mulher. “Se não fossem as mulheres não estaríamos aqui. A coisa mais sagrada do mundo, é a vida”, referiu José Pacheco que entende que em pleno século XXI não pode continuar a haver trabalho igual com remuneração diferente, entre homens e mulheres.
José Pacheco destacou também a necessidade de mais mulheres na política, “mas não pode ser por decreto. Se tem de ser por decreto, algo está errado. Essa presença tem de ser algo natural, de mérito, por terem valor”. Mas a alteração desta situação “depende de nós. O futuro depende de nós. Se queremos fazer mais temos de fazer mais, não é com feminismos extremistas, é com seriedade e olhando para as pessoas que estão à nossa volta, pelo seu mérito”.
Já em relação a um voto de congratulação sobre o mesmo teor, apresentado pelo PAN, José Pacheco lamentou que se misturasse a importância e destaque das mulheres “com o aborto e com a violência contra a vida”. Algo que o parlamentar considera um contra-senso.
“A esquerda está a exercer violência sobre a Humanidade, quando continua a falar em aborto. Onde vamos parar com isto? O que está na lei já é demais, pessoalmente acho que é um exagero ideológico”, destacou.
Horta, 11 de Março de 2025
CHEGA I Comunicação

