O Presidente e Líder Parlamentar do CHEGA Açores, José Pacheco, considera que o Plano e Orçamento da Região para 2027 terá de recuperar capacidade de investimento e dar resposta a problemas que continuam por resolver, nomeadamente na habitação, educação, saúde e apoio aos idosos.
José Pacheco reconhece que as contas regionais estão fortemente condicionadas pelos compromissos assumidos ao longo dos anos e pelo peso da Administração Pública. “Quase 60% é para ordenados. Temos compromissos financeiros que fomos assumindo e isso reduz a margem de manobra, mas não é desculpa para não se fazer nada. Temos de fazer”, afirmou.
Na educação, o líder parlamentar manifesta particular preocupação com o estado das infraestruturas escolares e alerta para a necessidade de garantir manutenção adequada. “Preocupa-me bastante quando se fala numa nova escola se vamos ter dinheiro depois para manter a escola”, salientou.
Entre as prioridades apontadas pelo CHEGA estão também o Hospital do Divino Espírito Santo, o reforço do apoio aos idosos através do “cheque-pequenino”, a promoção turística e a necessidade de encontrar uma solução para o peso financeiro da SATA nas contas regionais.
Sobre o PRR, José Pacheco deixa claro que a responsabilidade pela execução cabe ao Governo Regional: “Se correr bem, parabéns. Se correr mal, vão ter de dar contas sobre isso.”
Quanto ao sentido de voto do CHEGA no Orçamento para 2027, José Pacheco não antecipa decisões: “Se virmos na rua que estão satisfeitos, é favorável. Se o povo começar a dizer que não está satisfeito, não pode ser favorável. Não vamos antecipar o nosso voto.”
Ponta Delgada, 7 de Setembro de 2026
CHEGA | Comunicação

