Terminada a execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) nos Açores – que condicionou, em 2026, o investimento público fora destas verbas – no próximo Plano e Orçamento “já não pode haver desculpas” para a falta de investimento.
Neste sentido, o Presidente, e Líder Parlamentar, do CHEGA Açores, José Pacheco, deixou claro que muito há a fazer no próximo ano em áreas que têm sido preocupação do CHEGA desde sempre.
“A habitação, o apoio aos idosos através do “cheque-pequenino”, continuam a ser uma preocupação. Mas também o Hospital do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada, tem de ser uma prioridade. Tal como a promoção turística, em que precisamos de uma estratégia para o futuro”, explicou José Pacheco.
Mas também a degradação de praticamente todas as escolas dos Açores é um alerta deixado pelo CHEGA, que tem denunciado a falta de manutenção das infra-estruturas escolares da Região. Aliás, José Pacheco referiu preocupação quando se fala na construção de novas escolas, exactamente por não se acautelar a manutenção que tem obrigatoriamente de ser feita. Até porque, nos últimos anos é o CHEGA que tem apresentado propostas aos Orçamentos regionais para que sejam canalizadas verbas para socorrer algumas escolas que estão já num estado avançado de degradação.
O Presidente, e Líder Parlamentar, do CHEGA Açores falou também na questão da SATA, “que começa a ser uma âncora muito pesada para os Açores” e para onde têm sido canalizadas avultadas verbas, que poderiam estar a ser investidas noutros sectores da Região.
Reconhecendo que o Orçamento da Região está “altamente comprometido” com compromissos que ao longo de décadas foram assumidos pela Região, além de que mais de metade é absorvido por salários da Administração Pública. “Só aqui há pouca margem de manobra, mas isso não pode ser desculpa para não se fazer nada. Temos de fazer, temos de avançar”, justificou José Pacheco.
Quanto ao sentido de voto no próximo Plano e Orçamento, José Pacheco refere que este estará acima de qualquer partido e será “sempre do lado do Povo. Temos de ouvir na rua se o Povo Açoriano está satisfeito ou não está satisfeito. O nosso voto é sempre consoante o que o bom Povo Açoriano nos diz”.
Ponta Delgada, 7 de Setembro de 2026
CHEGA I Comunicação

