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VACAS SAGRADAS EM PORTUGAL?

Em Portugal parece que, para alguns, há pessoas e instituições que não podem ser escrutinadas. Como se existissem “vacas sagradas” intocáveis. Mas numa democracia séria isso não pode acontecer.

O CHEGA defende um princípio muito simples: ninguém está acima do escrutínio. Sempre que existam dúvidas ou suspeitas, elas devem ser esclarecidas com total transparência.

Por isso, quando o CHEGA pede o apuramento dos factos relacionados com a atuação da Polícia Judiciária, não está a atacar a Polícia Judiciária. Está precisamente a fazer o contrário: está a defender a credibilidade da instituição e dos seus profissionais.

Quem trabalha com honestidade não tem nada a recear da verdade. Pelo contrário, é a verdade que protege o bom nome das instituições e distingue quem cumpre a lei de quem eventualmente a violou.

O que causa estranheza é ver o Partido Socialista tão incomodado com o simples apuramento dos factos. A pergunta impõe-se:
Porque é que o PS tem tanto medo da verdade? O que é que há para esconder?

Quem recusa investigações, quem tenta travar o esclarecimento dos factos ou quem procura transformar perguntas em ataques políticos acaba por alimentar ainda mais as dúvidas dos portugueses.

Temos afirmado várias vezes, dentro e fora do Parlamento, que temos o maior respeito pelas forças policiais. Uma sociedade livre não precisa de viver policiada, mas precisa de polícias fortes, respeitados e devidamente apoiados para combater a criminalidade, a corrupção e defender os cidadãos.

É precisamente por respeitarmos as nossas forças de segurança que exigimos transparência. Porque confiança sem verdade não existe.

Numa democracia não há vacas sagradas. Há apenas uma obrigação: apurar a verdade, doa a quem doer.

E vocês, o que pensam? Acham que tudo deve ser investigado, independentemente de quem esteja envolvido? Deixem a vossa opinião nos comentários.

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