É um dos maiores entraves ao desenvolvimento dos Açores e acaba por dificultar também a vida aos Açorianos. É por isso que o CHEGA agendou para a próxima semana, na sessão plenária de Julho na Assembleia Legislativa Regional, um debate de urgência sobre o “excesso de burocracia na Administração Pública Regional”, como forma de denunciar uma administração excessivamente burocrática, lenta e incapaz de responder, muitas vezes, em tempo útil, às necessidades dos cidadãos, empresas e instituições.
Os Açorianos desesperam, as empresas ficam amarradas e os atrasos são mais do que evidentes, tornando-se uma crescente dificuldade para quem quer gerar riqueza ou simplesmente resolver um problema que precisa de papéis, e mais papéis.
O deputado Francisco Lima entende que o Estado dificulta a vida dos Açorianos, muitas vezes de forma gratuita. “São os atrasos na análise de processos, a duplicação de procedimentos, a excessiva carga de documentos e a falta de simplificação administrativa, que deixam os Açorianos à beira de um ataque de nervos, com a vida em suspenso e ninguém parece importar-se com essa forma de trabalhar”, refere Francisco Lima.
“O Estado deve estar ao serviço dos Açorianos e não obrigar os cidadãos a estarem ao serviço da burocracia. Precisamos com urgência de uma Administração Pública mais ágil, mais transparente, mais digital e orientada para a resolução de problemas. O desenvolvimento dos Açores depende disso”, explicou o parlamentar.
O CHEGA Açores tem vindo a defender uma simplificação e modernização administrativa, exigindo e propondo medidas concretas para que se simplifiquem procedimentos, licenciamentos, ou que se eliminem documentos redundantes. “Esse é um compromisso do CHEGA. Os Açores não podem ficar reféns de papéis e de burocratas, a que se junta a inércia administrativa. Precisamos de uma Administração Pública eficiente, ágil e centrada nos cidadãos”, concluiu Francisco Lima.
Ponta Delgada, 29 de Junho de 2026
CHEGA I Comunicação

