Quem arrisca a vida para salvar os outros não pode continuar a viver na incerteza!
Numa Região como os Açores, constantemente ameaçada por catástrofes naturais, é inadmissível que os nossos bombeiros continuem dependentes de financiamentos incertos, de remendos orçamentais e da capacidade financeira das autarquias.
O Presidente do CHEGA Açores, José Pacheco, considera inaceitável que se exija tanto a quem protege as populações e se garanta tão pouco a quem arrisca a própria vida!
O CHEGA defende a profissionalização dos bombeiros, um financiamento estável e digno da Proteção Civil e uma reforma aos 60 anos, reconhecendo o enorme desgaste físico e psicológico desta profissão.
José Pacheco propõe também acabar com a taxa audiovisual e substituí-la por uma taxa de Proteção Civil, até mesmo com valor inferior, canalizando essa receita para os municípios e para o financiamento da segurança das populações.
O líder do CHEGA Açores defende ainda que o transporte não urgente de doentes deve ter uma solução profissional própria, libertando os bombeiros para a sua verdadeira missão: o socorro e a proteção das populações.
«Não podemos andar a brincar com o perigo», alerta José Pacheco, reafirmando o compromisso de continuar esta luta, tanto no Parlamento dos Açores como a nível nacional, incluindo a defesa de um Estatuto do Bombeiro que responda às necessidades da profissão.
A SEGURANÇA DOS AÇORIANOS NÃO PODE DEPENDER DE ESMOLAS, NEM A DIGNIDADE DOS BOMBEIROS PODE FICAR À ESPERA!
QUEM NOS PROTEGE MERECE SER PROTEGIDO!

