Há quem diga que exageramos quando falamos de baixas fraudulentas. Mas a realidade, muitas vezes, fala por si.
Há dias, estava num supermercado quando ouvi uma conversa sobre uma “baixa psiquiátrica”. Quando a pessoa percebeu que eu estava ali, a conversa acabou rapidamente. Uma conversa não prova uma fraude, mas mostra por que razão este problema não pode simplesmente ser ignorado.
Que fique claro: quem está verdadeiramente doente tem todo o direito à baixa e deve ser protegido.
Mas quem engana o sistema tem de ser fiscalizado e responsabilizado. E o mesmo se aplica a qualquer profissional que conscientemente participe numa fraude.
As baixas existem para quem está doente, não para férias, conveniências ou para fugir ao trabalho.
É por isso que continuamos a perguntar:
ONDE ANDA A FISCALIZAÇÃO?
Defender quem precisa também é combater quem abusa.
E vocês, conhecem situações destas? Deixem nos comentários.

