Quando estão em causa subvenções vitalícias pagas com dinheiros públicos, a transparência não é uma opção. É uma obrigação.
Foi por isso que o CHEGA apresentou um requerimento detalhado, exigindo saber quem recebe estas subvenções, quanto recebem, quanto já custaram aos contribuintes e qual é o impacto anual destas prestações nos cofres públicos.
A resposta do Governo Regional foi esclarecedora… mas apenas numa coisa: não respondeu a nenhuma das perguntas essenciais.
Em vez de informar os açorianos, preferiu dizer que a responsabilidade pertence a outras entidades. Em vez de colaborar com o Parlamento, limitou-se a sacudir a água do capote.
Mas quem governa não pode esconder-se atrás de formalismos quando está em causa a utilização de dinheiro público.
Os açorianos têm o direito de saber quem beneficia destas subvenções vitalícias, quanto custam e qual o seu impacto nas contas públicas.
O CHEGA não vai desistir enquanto todas estas respostas não forem conhecidas.
Porque a transparência não prescreve.
E o direito dos contribuintes à informação também não.

