InícioVideosSINDICALISTAS PROFISSIONAIS QUEREM DAR LIÇÕES A QUEM TRABALHA

SINDICALISTAS PROFISSIONAIS QUEREM DAR LIÇÕES A QUEM TRABALHA

Os mesmos de sempre vieram agora armarem-se em ofendidos.
Os mesmos aparelhos sindicais agarrados ao poder há décadas.
Os mesmos que vivem à custa dos descontos dos trabalhadores enquanto passam a vida em reuniões, comunicados, manifestações políticas e greves atrás de greves.

A verdade é simples: muitos destes sindicatos transformaram-se em autênticos cartéis ideológicos organizados.

Não produzem riqueza.
Não criam emprego.
Não arriscam um euro.
Não sabem o que custa pagar salários ao fim do mês.
Mas adoram mandar no país.

Vivem confortavelmente instalados enquanto milhares de trabalhadores açorianos e portugueses se levantam às 5 da manhã para trabalhar, pagar impostos e sustentar toda esta máquina sindical e partidária.

E depois ainda têm a lata de vir dar lições de moral a quem trabalha.
Dois factos curiosos:
• passam a vida a falar de direitos, mas raramente os ouvimos falar de deveres;
• e quase sempre marcam greves junto a feriados para aproveitarem pontes e miniférias enquanto o país fica parado.

Estes cartéis sindicais da esquerda radical não defendem o povo.
Defendem o controlo.
Defendem a agitação permanente.
Defendem os partidos que lhes garantem influência, subsídios e poder.

Usam os trabalhadores como escudo político.

E o mais irónico é que aqueles que passam a vida a falar de liberdade e democracia são os primeiros a tentar silenciar José Pacheco e o CHEGA quando alguém denuncia os seus privilégios e a sua máquina ideológica.

Invocam a liberdade de expressão quando lhes convém.
Mas quando ouvem opiniões contrárias fazem precisamente o contrário:
— tentam censurar;
— tentam intimidar;
— tentam cancelar;
— tentam perseguir politicamente quem não se ajoelha perante os seus interesses.

São democratas apenas quando controlam a narrativa.

Quando querem pressionar governos ou alimentar guerras ideológicas:
— fecham escolas;
— paralisam hospitais;
— bloqueiam transportes;
— prejudicam creches;
— atrasam serviços públicos essenciais.

E fazem-no quase com prazer, exibindo o caos e o encerramento dos serviços como um troféu revolucionário.

Quem sofre nunca são eles.
Quem sofre é:
• a mãe que não tem onde deixar o filho;
• o doente que vê consultas adiadas;
• o trabalhador que perde transportes;
• o pequeno empresário que perde dinheiro;
• o povo que fica refém das suas agendas políticas.

O mais revoltante é que muitos destes “dirigentes sindicais” já nem sabem o que é trabalhar no terreno há anos ou décadas. Vivem profissionalmente do sindicalismo e da agitação política, enquanto fingem representar trabalhadores que cada vez se sentem mais abandonados.

O CHEGA não tem medo de enfrentar estes interesses instalados.

Porque Portugal e os Açores estão cansados de viver reféns de estruturas que usam a chantagem, o bloqueio e a paralisação do país como arma política.

Já CHEGA de sindicatos transformados em braços armados da extrema-esquerda.

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