Nos Açores, está a acontecer algo que ninguém quer admitir: quem trabalha, quem desconta, quem se levanta cedo todos os dias e faz sacrifícios para sustentar a família parece estar sempre no fim da fila.
É o casal que trabalha e não consegue vaga na creche.
É quem paga renda ou prestação da casa cada vez mais alta.
É quem abastece o carro e vê o combustível subir.
É quem vai ao supermercado e traz menos por mais dinheiro.
É quem trabalha mais e, no fim do mês, sobra menos.
Entendamo-nos: apoiar quem realmente precisa é justo e necessário. O CHEGA sempre defendeu a proteção dos idosos com reformas mais baixas e dos mais vulneráveis. Mas uma sociedade não pode continuar a esquecer quem trabalha, quem desconta e quem sustenta o sistema.
As prioridades andam trocadas.
Enquanto milhões voam para propaganda, eventos, estruturas e más decisões políticas, milhares de famílias trabalhadoras continuam sem respostas para os problemas reais do dia a dia.
Uma terra onde trabalhar deixa de compensar é uma terra que está a falhar.
O CHEGA defende outra visão: menos impostos sobre quem trabalha, mais apoio às famílias, mais prioridade para os pais trabalhadores nas creches e políticas que valorizem o esforço de quem constrói os Açores todos os dias.
Porque quem trabalha não pode continuar a ser tratado como o esquecido do sistema.
CHEGA de inverter prioridades. Está na hora de governar para quem trabalha.

