Ao contrário dos socialistas, que agora gostam de se mascarar de sociais-democratas conforme dá jeito, o CHEGA nunca virou costas aos idosos, nem os usou como adereço eleitoral. Para o CHEGA, os idosos não são propaganda de campanha: são uma prioridade política concreta.
O CHEGA Açores sempre lutou pelo aumento do Complemento Regional de Pensão, o chamado Cheque Pequenino, porque sabe que milhares de idosos vivem hoje numa situação de verdadeira miséria. Gente que trabalhou uma vida inteira, descontou, contribuiu e ajudou a construir esta Região e este País, e que hoje é tratada com desprezo pelo Estado.
Para estes governos de esquerda, chamem-se socialistas, sociais-democratas de ocasião ou outra coisa qualquer, a prioridade tem sido outra: o RSI para quem não quer trabalhar e os apoios indiscriminados a imigrantes, venham de onde vierem, façam o que fizerem, contribuam ou não. A torneira abre-se sem critério, sem exigência e sem respeito por quem sempre cumpriu.
Entretanto, quem mais precisa, quem já deu tudo o que tinha para dar, recebe migalhas. O Estado vira as costas aos idosos portugueses e condena-os a sobreviver com pensões indignas, empurrando-os para a pobreza silenciosa e para a dependência.
Isto não é justiça social. Isto é traição social.
O CHEGA diz o que outros não têm coragem de dizer: uma sociedade que abandona os seus idosos não é solidária, é hipócrita. E enquanto uns vivem à custa do sistema, quem trabalhou honestamente continua a pagar a factura.
Para o CHEGA, a prioridade é clara: primeiro os nossos, primeiro quem trabalhou, primeiro quem merece. E nisso não há ambiguidades nem recuos.
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