Hoje é um dia que deve ser assinalado por todos os que acreditam verdadeiramente na democracia, na liberdade e na dignidade humana. Não por ingenuidade, não por romantismo ideológico, mas porque o mundo assiste à queda de mais um regime de esquerda autoritário que falhou em tudo o que prometeu e foi eficaz apenas numa coisa: oprimir o seu próprio povo.
A queda do regime venezuelano representa a derrota clara de um modelo político que vive da repressão, da miséria e do medo. Um modelo que se apresenta como “libertador”, mas que na prática transforma países inteiros em prisões a céu aberto.
Durante anos, a Venezuela foi saqueada por uma elite política corrupta, protegida por um discurso socialista que serviu apenas para enganar incautos no exterior e justificar crimes no interior. Enquanto os dirigentes acumulavam riqueza, o povo fazia filas intermináveis por comida, medicamentos e combustível. Enquanto falavam em igualdade, milhões eram empurrados para a pobreza extrema ou forçados ao exílio. Isto não é opinião: é facto.
O regime perseguiu opositores, calou jornalistas, destruiu o sistema judicial e transformou o Estado numa extensão do poder pessoal de um ditador. Quem ousou discordar foi intimidado, preso ou silenciado. Foi assim que a esquerda radical governou: com propaganda, censura e violência institucionalizada.
Hoje, o mundo fica com menos um aliado ativo de regimes que prosperam no caos, na guerra e na instabilidade. Menos um peão ao serviço de interesses estrangeiros que nada têm a ver com os povos. Menos um governo que usava a palavra “socialismo” como disfarce para a pilhagem nacional. Convém dizê-lo sem medo: isto nunca foi sobre justiça social. Foi sempre sobre controlo absoluto do poder.
Não nos iludamos. A liberdade não se constrói de um dia para o outro. O caminho que se segue será difícil, exigente e cheio de desafios. Mas há uma diferença fundamental: agora existe esperança. Agora existe a possibilidade real de reconstruir um país livre, com eleições verdadeiras, imprensa independente e instituições ao serviço dos cidadãos, não de uma casta política.
Este momento deve servir de aviso claro ao mundo, especialmente à esquerda que continua a relativizar ditaduras quando elas usam o rótulo “certo”. As ditaduras não são eternas. Caem. Caem quando os povos resistem, quando a verdade vence o medo e quando a comunidade internacional deixa de fechar os olhos por conveniência ideológica.
Hoje celebramos o fim de mais uma grande mentira política. Celebramos a coragem de um povo que nunca desistiu, mesmo perante a fome, a repressão e o abandono. Que este seja o início de uma nova etapa de paz, liberdade e reconstrução.
Porque a verdade é simples e implacável: todo o poder absoluto, tirânico ou ditatorial está condenado a cair. A força do Povo e da Democracia é, e será sempre, mais forte do que qualquer esquerda autoritária travestida de salvadora.
José Pacheco
Presidente e Deputado do CHEGA Açores
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