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CHEGA RECUSA ABORTO COMO MÉTODO CONTRACEPTIVO

O CHEGA votou hoje contra dois Projectos de Resolução – do PAN e do BE – que pretendiam obrigar o Governo a promover a Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG), seja com mais fácil informação sobre o acesso à IVG e até actividades junto de estudantes do ensino superior sobre o procedimento (PAN), seja para limitar a liberdade dos médicos objectores de consciência para que não seja prejudicado o acesso à IVG nos hospitais da Região (BE).
A deputada Olivéria Santos reforçou a posição do CHEGA ao reafirmar que “mais do que falar da interrupção voluntária de gravidez, devemos é falar de natalidade, porque o que precisamos é que nasçam mais bebés e de defender a vida. E defender a vida e a natalidade vai muito para além de questões de saúde”.
A parlamentar lamentou que ainda se use o aborto como método contraceptivo, já que “o aborto é sempre uma tragédia, uma falha do Estado em apoiar devidamente a maternidade, a família e a natalidade”.
Sobre a proposta do BE, Olivéria Santos entendeu que não se pode condicionar a liberdade de consciência dos profissionais de saúde, alertando que tal até poderá ser inconstitucional, já que pretendia que apenas se admitissem profissionais de saúde, nos serviços de obstectricia, que não fossem objectores de consciência.
“Para o CHEGA, defender a vida é um imperativo ético, social e humano e tudo o que seja contra a vida não merece a concordância do CHEGA”, reforçou.
Também o líder parlamentar do CHEGA, José Pacheco, entrou no debate para referir que o aborto está regulamentado, por isso as Resoluções em discussão “querem ir um pouco mais além” e até se estende à liberdade dos profissionais de saúde poderem ser objectores de consciência.
“Pensei que esta discussão contra a vida tinha acabado. Fico preocupado porque estamos a caminhar para o aborto passar a ser algo que passa a ser feito, por exemplo, se a criança não tiver a cor dos olhos pretendida”, referiu José Pacheco.
Já a deputada Hélia Cardoso relembrou questões colocadas em sede de comissão parlamentar sobre o tema e confessou ter ficado “surpreendida com a falta de objectividade na análise desta questão” já que, lembrou, em toda a actividade clínica há prioridades e também nesta intervenção a deverá haver.
Horta, 11 de Setembro de 2025
CHEGA I Comunicação
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