O líder parlamentar do CHEGA na Assembleia Legislativa dos Açores, José Pacheco, afirmou hoje, com toda a clareza, que “a verdadeira coesão territorial não se faz apenas de ilha para ilha — faz-se olhando para a totalidade do arquipélago, freguesia a freguesia, povo a povo”.
“Falta ainda muita coesão, mas falta é vontade política para a concretizar”, sublinhou o deputado. “É muito bonito falar de coesão nos discursos, nos eventos, nas campanhas, mas depois, quando se anda no terreno, vê-se bem que há freguesias esquecidas, isoladas, quase abandonadas à sua sorte — mesmo dentro das próprias ilhas!”
José Pacheco reforçou que “é preciso dizer a verdade: os Açores não são coesos. Há concelhos que recebem sempre o mesmo tipo de atenção, enquanto outros continuam à espera que alguém se lembre que existem. E isso é uma injustiça que perpetua o abandono e a desigualdade”.
Para o CHEGA, “a coesão não pode ser um chavão vazio: tem de ser acção concreta, investimento estratégico e distribuição equitativa de recursos e oportunidades. Não podemos aceitar que um Açoriano valha mais só porque vive numa capital de ilha, enquanto outro, numa freguesia pequena, tenha de lutar todos os dias pelo acesso a serviços básicos”.
“A coesão territorial nos Açores só será real quando cada Açoriano, independentemente da ilha ou freguesia onde nasceu, tiver as mesmas condições para viver com dignidade, trabalhar com segurança e prosperar com orgulho”, concluiu.
COESÃO TERRITORIAL FAZ-SE UNINDO TODAS AS FREGUESIAS E ILHAS DOS AÇORES
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