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	<title>CHEGA Açores</title>
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	<description>Site Oficial do Partido CHEGA nos Açores</description>
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	<title>CHEGA Açores</title>
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		<title>CHEGA PROPÕE NA REPÚBLICA POSTO DE FRONTEIRA MARÍTIMO SAZONAL NAS FLORES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Chega Açores]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 11:33:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Parlamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A deputada do CHEGA eleita pelos Açores à Assembleia da República, Ana Martins, apresentou uma proposta para que seja instalado nas Flores um posto de fronteira marítimo sazonal ou condicionado e que seja estabelecido naquela ilha um modelo operacional flexível de controlo fronteiriço, para funcionar em períodos de maior afluência de embarcações. A proposta prevê [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A deputada do CHEGA eleita pelos Açores à Assembleia da República, Ana Martins, apresentou uma proposta para que seja instalado nas Flores um posto de fronteira marítimo sazonal ou condicionado e que seja estabelecido naquela ilha um modelo operacional flexível de controlo fronteiriço, para funcionar em períodos de maior afluência de embarcações.<br />
A proposta prevê ainda que haja articulação entre o Governo da República, Governo Regional dos Açores, Guarda Nacional Republicana e entidades portuárias para que sejam garantidos os meios operacionais necessários à implementação deste posto de fronteira marítimo sazonal, sendo avaliada ao fim de dois anos a sua entrada em funcionamento, nomeadamente quanto ao impacto económico, turístico e operacional, podendo evoluir para uma solução permanente consoante os resultados.<br />
Ana Martins refere que a ilha das Flores é frequentemente o primeiro ponto de paragem em território europeu para embarcações oriundas de espaços extracomunitários, no entanto não existe nenhum posto de fronteira qualificado para entrada e saída do território nacional naquela ilha.<br />
Uma situação que propicia “um desajustamento evidente entre a realidade geográfica da rota Atlântica e o actual regime administrativo de controlo de fronteiras”, para o qual o CHEGA Açores já alertou e que resulta agora nesta proposta apresentada na República.<br />
Ana Martins salienta os prejuízos causados à economia local pela impossibilidade de muitas embarcações escalarem a ilha das Flores. “As embarcações seguem directamente para outros portos qualificados e isso reflecte-se na perda de escalas náuticas transatlânticas, com efeitos negativos no consumo local associado à estadia, manutenção, abastecimento e actividade turística”, refere a parlamentar.</p>
<p>Lisboa, 9 de Maio de 2026<br />
CHEGA I Comunicação</p>
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		<title>A FÉ DE UM POVO E AS FESTAS DO SENHOR SANTO CRISTO DOS MILAGRES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Chega Açores]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 17:41:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há coisas que não se explicam. Sentem-se. E as Festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres são uma dessas coisas. Não são apenas tradição, não são apenas religião, não são apenas turismo. São a alma de um povo. São a fé viva de São Miguel e dos Açores. Nestes dias, a ilha muda. As ruas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há coisas que não se explicam. Sentem-se.</p>
<p>E as Festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres são uma dessas coisas. Não são apenas tradição, não são apenas religião, não são apenas turismo. São a alma de um povo. São a fé viva de São Miguel e dos Açores.</p>
<p>Nestes dias, a ilha muda. As ruas enchem-se, mas também parecem ganhar outro silêncio. As portas abrem-se. As colchas aparecem nas janelas. As flores cobrem o caminho. A cera arde. As bandas passam. E no meio de tudo isto há lágrimas, promessas, saudade, dor, gratidão e esperança.</p>
<p>Há gente que vem de longe. Há emigrantes que atravessam oceanos. Há famílias que se reencontram. Há mães que rezam pelos filhos. Há filhos que rezam pelos pais. Há homens e mulheres que, mesmo sem grandes palavras, sabem que ali está algo maior do que todos nós.</p>
<p>O Senhor Santo Cristo dos Milagres não é apenas uma imagem. Para o povo açoriano, é conforto. É memória. É proteção. É a mão amiga nos dias difíceis. É o lugar onde muitos deixam as suas dores, os seus medos e as suas promessas.</p>
<p>Quantas vezes, perante aquela imagem, já se chorou em silêncio?<br />
Quantas vezes se pediu por saúde, por trabalho, por paz, por um filho longe, por uma mãe doente, por uma família aflita?<br />
Quantas vezes aquele olhar foi o único conforto de quem já não sabia a quem recorrer?</p>
<p>É isto que muitos não percebem.</p>
<p>Quem olha para estas festas apenas como um evento, não percebe nada. Quem vê apenas procissões, luzes, bandas e movimento, não percebe o essencial. O essencial está nos olhos das pessoas. Está nas mãos que seguram o terço. Está nos joelhos cansados. Está no silêncio quando o andor passa. Está naquela lágrima que cai sem pedir licença.</p>
<p>Os Açores sempre foram um povo de luta. Um povo que enfrentou tempestades, terramotos, pobreza, isolamento, saudade e emigração. Mas também sempre fomos um povo de fé. E foi muitas vezes essa fé que nos segurou de pé quando tudo o resto parecia faltar.</p>
<p>Por isso, as Festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres não são apenas uma celebração. São uma afirmação da nossa identidade. São a prova de que ainda há raízes. Ainda há memória. Ainda há valores. Ainda há Povo.</p>
<p>Num tempo em que se tenta apagar tudo, relativizar tudo e transformar as nossas tradições em simples cartazes turísticos, é bom lembrar que há coisas que não se vendem, não se fabricam e não se substituem. A Fé de um Povo não cabe num programa de festas. A devoção não cabe numa campanha de promoção. A alma dos Açores não cabe num folheto turístico.</p>
<p>E, sim, estas festas também trazem movimento, economia e visitantes. Ainda bem. Mas antes de tudo isso, trazem aquilo que mais importa: união, devoção e esperança.</p>
<p>Durante estes dias, independentemente das diferenças políticas, sociais ou ideológicas, há algo que nos junta. Há algo que nos lembra quem somos. O Senhor Santo Cristo dos Milagres é um desses raros momentos em que os Açores se reconhecem a si próprios.</p>
<p>Porque acima das guerras pequenas, das polémicas passageiras e do barulho dos dias, continua ali uma verdade maior: a Fé de um Povo.</p>
<p>E enquanto esta fé existir, os Açores nunca perderão a sua alma.</p>
<p>Desejo a todos os açorianos, e a todos os que nos visitam, umas Santas e Boas Festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres.</p>
<p>José Pacheco<br />
Presidente e Deputado do CHEGA Açores</p>
<p>#ChegaAçores #JoséPacheco #OliveriaSantos #FranciscoLima #HeliaCardoso #JosePauloSousa #partidochega #andréventura #CHEGA #NãoNosCalarão #SomosATuaVoz #Açores #AçoresComVentura #MaisPróximoDasPessoas </p>
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		<title>CHEGA APRESENTA ESTRATÉGIA PARA REFORÇAR LIGAÇÕES AÉREAS DAS REGIÕES AUTÓNOMAS</title>
		<link>https://www.chegaacores.com/2026/05/08/chega-apresenta-estrategia-para-reforcar-ligacoes-aereas-das-regioes-autonomas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Chega Açores]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 16:57:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Parlamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trata-se de uma Estratégia Integrada de Conectividade Aérea das Regiões Autónomas, que pretende reforçar as ligações aéreas das Regiões Autónomas, tendo sido apresentada na Assembleia da República pelos dois deputados do CHEGA eleitos pelos Açores e pela Madeira, Ana Martins e Francisco Gomes, respectivamente. A proposta prevê unir os aeroportos de Ponta Delgada e da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Trata-se de uma Estratégia Integrada de Conectividade Aérea das Regiões Autónomas, que pretende reforçar as ligações aéreas das Regiões Autónomas, tendo sido apresentada na Assembleia da República pelos dois deputados do CHEGA eleitos pelos Açores e pela Madeira, Ana Martins e Francisco Gomes, respectivamente.<br />
A proposta prevê unir os aeroportos de Ponta Delgada e da Terceira ao Aeroporto Internacional da Madeira, para se estruturarem “fluxos de ligação aérea entre a Europa, a América do Norte e outros mercados emissores relevantes”, quer através de mecanismos de coordenação operacional entre operadores aéreos, entidades aeroportuárias e autoridades públicas, incluindo a organização de janelas de chegada e partida coordenadas, quer de critérios técnicos objectivos de elegibilidade para os incentivos atribuídos.<br />
Os parlamentares pretendem que se promova a “articulação entre os instrumentos de desenvolvimento de rotas, o regime de Obrigações de Serviço Público (OSP) e as estratégias nacionais e regionais de turismo, transportes e desenvolvimento económico”.<br />
Para Ana Martins, “é preciso estratégia, planeamento e visão para defender verdadeiramente as Autonomias” já que os Açores e a Madeira dependem da mobilidade aérea que, não pode continuar a ser gerida ao sabor da improvisação”.<br />
Ana Martins ressalva que esta proposta agora apresentada vai permitir “melhorar a mobilidade dos residentes, reforçar a continuidade territorial, aumentar a previsibilidade das ligações, apoiar o desenvolvimento económico das regiões e garantir maior estabilidade na ligação entre as ilhas e o continente&#8221;.<br />
Já o deputado Francisco Gomes, eleito pela Madeira, entende que esta proposta “representa uma mudança de paradigma na forma como o Estado encara a ligação às regiões autónomas, permitindo uma abordagem de longo prazo em vez de respostas casuísticas e avulsas&#8221;.</p>
<p>Lisboa, 8 de Maio de 2026<br />
CHEGA I Comunicação</p>
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		<title>CHEGA QUER SABER SE OS AÇORES VÃO TER UM AVIÃO CARGUEIRO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Chega Açores]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 16:54:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Parlamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vários sectores de actividade nos Açores apontam a falta de um avião cargueiro entre os Açores e o continente, como principal entrave à competitividade das empresas da Região. Principalmente porque são constantes os constrangimentos no transporte de carga aérea disponível que, estando dependente da capacidade dos voos comerciais, compromete a previsibilidade e regularidade deste serviço [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vários sectores de actividade nos Açores apontam a falta de um avião cargueiro entre os Açores e o continente, como principal entrave à competitividade das empresas da Região. Principalmente porque são constantes os constrangimentos no transporte de carga aérea disponível que, estando dependente da capacidade dos voos comerciais, compromete a previsibilidade e regularidade deste serviço essencial para as ilhas.<br />
Os deputados do CHEGA Açores querem, por isso, saber se o Governo Regional pretende criar uma operação regular com um avião cargueiro entre os Açores e o continente, que possa colmatar as necessidades de escoamento atempado de produtos regionais, principalmente perecíveis.<br />
Neste sentido, foi enviado um requerimento à Assembleia Legislativa Regional, questionando se há algum calendário previsto para a entrada em vigor de uma operação de transporte aéreo regular de mercadorias e qual o modelo operacional e financeiro da operação.<br />
Os parlamentares questionam qual o volume total de carga aérea transportada entre o Continente e os Açores nos últimos cinco anos e quantos pedidos de transporte de carga ficaram por satisfazer, por falta de capacidade disponível, nesse mesmo período.<br />
“Está o Governo Regional dos Açores disponível para integrar obrigações específicas de transporte de carga aérea no âmbito das Obrigações de Serviço Público (OSP) nas ligações entre o Continente e os Açores?”, questiona o CHEGA que pretende também saber o custo estimado para garantir uma solução estrutural e estável de transporte aéreo de mercadorias para a Região.<br />
Além dos constrangimentos estruturais causados pela falta de capacidade no transporte de carga aérea, há ainda outros constrangimentos pontuais que agravam a situação, como a falta de equipamento de raio-x em determinados aeroportos da Região para escoamento de pescado fresco.<br />
Os parlamentares referem que estas falhas têm provocado prejuízos directos para produtores, exportadores e operadores económicos, afectando a economia local e agravando os custos para consumidores. E questionam o impacto da ausência dos equipamentos de controlo de segurança adequados no transporte de carga perecível, e se foram adoptadas medidas para mitigar os prejuízos causados aos produtores, exportadores e empresas afectadas por estas restrições, questionando também se há datas para a implementação dos equipamentos de raio-x nas ilhas onde deixou de funcionar.<br />
Para o líder parlamentar do CHEGA, José Pacheco, o transporte aéreo de mercadorias “é essencial para a economia regional. Da maneira que está, não pode continuar. Os empresários queixam-se, a economia ressente-se, e é urgente encontrar uma solução que poderia ser um avião cargueiro”.</p>
<p>Ponta Delgada, 8 de Maio de 2026<br />
CHEGA I Comunicação</p>
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		<title>CHEGA QUER UMA MOBILIDADE PENSADA PARA TODO O CONCELHO DE PONTA DELGADA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Chega Açores]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 08:56:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autarquias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os deputados municipais do CHEGA na Assembleia Municipal de Ponta Delgada, Luís Franco e Lorena Pereira, defendem que as grandes decisões para o município devem servir todo o concelho e não ficar limitadas ao centro histórico, esquecendo freguesias, localidades periféricas e populações que diariamente dependem de melhores soluções de mobilidade. Na sequência da apresentação do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os deputados municipais do CHEGA na Assembleia Municipal de Ponta Delgada, Luís Franco e Lorena Pereira, defendem que as grandes decisões para o município devem servir todo o concelho e não ficar limitadas ao centro histórico, esquecendo freguesias, localidades periféricas e populações que diariamente dependem de melhores soluções de mobilidade.<br />
Na sequência da apresentação do Plano de Mobilidade, por parte da Câmara Municipal de Ponta Delgada, os eleitos do CHEGA sublinham que qualquer estratégia séria para Ponta Delgada deve ter uma visão abrangente, equilibrada e verdadeiramente municipal, garantindo respostas para quem vive, trabalha e estuda fora do núcleo central da cidade.<br />
Para Luís Franco e Lorena Pereira, a mobilidade não pode ser tratada como um tema exclusivo do centro urbano. “Ponta Delgada é muito mais do que o centro histórico. Um plano de mobilidade digno desse nome tem de servir as freguesias, reforçar ligações entre localidades, melhorar os horários dos transportes públicos e dar atenção às necessidades reais da população em todo o concelho”, defendem os eleitos do CHEGA.<br />
Os deputados municipais do CHEGA consideram que é essencial reforçar a oferta de transporte público, melhorar a intermodalidade e garantir soluções ajustadas à realidade de quem vive em zonas mais afastadas, onde os constrangimentos são maiores e a oferta continua a ser insuficiente.<br />
O CHEGA afirma ainda que continuará a acompanhar este processo com sentido crítico e construtivo, exigindo que as políticas municipais deixem de estar centradas apenas na zona mais visível da cidade e passem a responder ao conjunto do território.<br />
Luís Franco e Lorena Pereira reafirmam, assim, o compromisso de defender um concelho mais próximo das pessoas e mais justo para todas as freguesias de Ponta Delgada.</p>
<p>Ponta Delgada, 7 de Maio de 2026<br />
CHEGA I Comunicação</p>
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		<title>CHEGA VAI SEMPRE DEFENDER OS INTERESSES DOS NORDESTENSES</title>
		<link>https://www.chegaacores.com/2026/05/07/chega-vai-sempre-defender-os-interesses-dos-nordestenses/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Chega Açores]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 19:19:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autarquias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os deputados municipais eleitos pelo CHEGA na Assembleia Municipal do Nordeste, Alberto Torres e Nuno Cymbron, manifestaram-se contra a lista de representantes da Assembleia Municipal para o Conselho de Ilha de São Miguel, apresentada pelo Presidente da Mesa, por conterem apenas nomes do PSD. Na última reunião da Assembleia Municipal, Alberto Torres e Nuno Cymbron [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.chegaacores.com/2026/05/07/chega-vai-sempre-defender-os-interesses-dos-nordestenses/">CHEGA VAI SEMPRE DEFENDER OS INTERESSES DOS NORDESTENSES</a> aparece primeiro em <a href="https://www.chegaacores.com">CHEGA Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os deputados municipais eleitos pelo CHEGA na Assembleia Municipal do Nordeste, Alberto Torres e Nuno Cymbron, manifestaram-se contra a lista de representantes da Assembleia Municipal para o Conselho de Ilha de São Miguel, apresentada pelo Presidente da Mesa, por conterem apenas nomes do PSD.<br />
Na última reunião da Assembleia Municipal, Alberto Torres e Nuno Cymbron propuseram que a representação da Assembleia Municipal do Nordeste reflectisse a sua composição, em que a oposição conta com um quarto dos lugares. Depois de conversações com os elementos do PS, foi apresentada uma alternativa para que nos dois primeiros anos se mantivessem os quatro nomes apresentados, e nos dois anos seguintes a representação contaria com dois elementos do PSD, um elemento do PS e um elemento do CHEGA. Depois de votação, secreta, a lista apresentada inicialmente foi aprovada embora com sete votos contra, sendo que a oposição conta apenas com seis eleitos.<br />
Na reunião, Nuno Cymbron também apresentou um voto de saudação aos antigos combatentes do concelho do Nordeste, que foi votado por unanimidade.<br />
Os eleitos pelo CHEGA à Assembleia Municipal do Nordeste votaram contra a acta da última reunião por considerarem que a mesma não era fiel ao diálogo mantido – na reunião anterior &#8211; entre o deputado municipal do CHEGA, que é também membro da Assembleia de Freguesia da Achadinha, Alberto Torres, e o Presidente da Junta de Freguesia da Salga a propósito de um terreno numa zona nobre da Salga e que está, há vários anos, anunciado para habitação.<br />
Na anterior reunião, o CHEGA solicitou mais informações ao Presidente da Junta da Salga para perceber o que estava previsto para o referido terreno, depois do Presidente da Câmara Municipal do Nordeste ter informado sucintamente que o mesmo pertencia à Direcção Regional da Habitação, mas que os técnicos tinham identificado problemas de drenagem, o que seria um obstáculo à infra-estruturação do terreno.<br />
O Presidente da Junta da Salga recomendou que o deputado municipal Alberto Torres se preocupasse com a sua freguesia, insinuando que os assuntos levantados pelo CHEGA na Assembleia Municipal do Nordeste estariam relacionados com amizades pessoais. Alberto Torres e Nuno Cymbron solicitaram que constasse em acta a razão do voto contra, com os detalhes que justificam o sentido de voto.<br />
O CHEGA apresentou-se ao eleitorado do Nordeste como sendo a voz dos eleitores e os deputados municipais garantem que vão continuar sempre a defender os Nordestenses.</p>
<p>Nordeste, 7 de Maio de 2026<br />
CHEGA I Comunicação</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.chegaacores.com/2026/05/07/chega-vai-sempre-defender-os-interesses-dos-nordestenses/">CHEGA VAI SEMPRE DEFENDER OS INTERESSES DOS NORDESTENSES</a> aparece primeiro em <a href="https://www.chegaacores.com">CHEGA Açores</a>.</p>
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		<title>ALEGADO TRÁFICO DE DROGA À LUZ DO DIA EM FRENTE À CÂMARA DA RIBEIRA GRANDE EXIGE RESPOSTAS IMEDIATAS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Chega Açores]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 19:18:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autarquias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A situação não é nova, tem sido denunciada por vários Ribeiragrandenses e tem feito com que muitas famílias optem por não usufruir do Jardim Municipal, devido à situação inaceitável de alegado tráfico de droga em plena luz do dia. Ontem, novamente mais uma queixa que, desta vez, foi participada ao CHEGA Açores: durante a tarde, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A situação não é nova, tem sido denunciada por vários Ribeiragrandenses e tem feito com que muitas famílias optem por não usufruir do Jardim Municipal, devido à situação inaceitável de alegado tráfico de droga em plena luz do dia.<br />
Ontem, novamente mais uma queixa que, desta vez, foi participada ao CHEGA Açores: durante a tarde, entre as 15h00 e as 17h00, no Jardim Municipal da Ribeira Grande, mesmo junto ao edifício da Câmara Municipal, alegadamente decorreram práticas de tráfico e consumo de droga, em plena luz do dia e à vista de todos.<br />
De acordo com mais esta denúncia, os factos ocorreram sem qualquer presença visível das forças de segurança, tendo inclusive sido relatado consumo de substâncias nas escadas do próprio edifício camarário.<br />
A confirmar-se, esta situação revela um cenário inaceitável de descontrolo num dos espaços mais centrais e simbólicos da cidade — literalmente à porta da Câmara Municipal.<br />
Os eleitos do CHEGA à Assembleia Municipal da Ribeira Grande – João Luís da Câmara e Paulo Sá Rego – denunciam a situação através de requerimento já enviado ao Presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande, exigindo respostas para esta situação que decorre à vista de todos, num jardim público, frequentado por famílias, jovens e idosos, e transformado num ponto de tráfico e consumo.<br />
No requerimento, o Grupo Municipal do CHEGA na Assembleia Municipal da Ribeira Grande quer saber se a autarquia tem conhecimento destas situações, se existe articulação com as forças de segurança e se estão a ser tomadas medidas para devolver a segurança e tranquilidade à população.<br />
Para João Luís da Câmara e Paulo Sá Rego, a segurança não pode ser um detalhe nem uma promessa vaga. É uma obrigação básica do Estado e das autarquias, e os Ribeiragrandenses não podem viver com medo de frequentar espaços públicos. Muito menos aceitar que o crime se instale, sem reacção, à porta de uma Câmara Municipal.<br />
É por isso que os eleitos pelo CHEGA na Ribeira Grande exigem acção imediata, reforço de policiamento e tolerância zero perante o tráfico e consumo de droga em espaços públicos. A normalização do crime começa no silêncio. E o CHEGA não vai ficar calado.</p>
<p>Ribeira Grande, 7 de Maio de 2026<br />
CHEGA I Comunicação</p>
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		<title>CHEGA ABSTÉM-SE NA VOTAÇÃO DAS CONTAS DE 2025 DA JUNTA DE FREGUESIA DAS QUATRO RIBEIRAS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Chega Açores]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 19:17:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autarquias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O eleito do CHEGA na Assembleia de Freguesia das Quatro Ribeiras, Marco Martins, absteve-se na votação do relatório de contas de 2025 apresentado pelo Executivo daquela Junta de Freguesia do concelho da Praia da Vitória. A decisão de abstenção prende-se, desde logo, com a ausência de critérios claros e previamente definidos para a atribuição de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O eleito do CHEGA na Assembleia de Freguesia das Quatro Ribeiras, Marco Martins, absteve-se na votação do relatório de contas de 2025 apresentado pelo Executivo daquela Junta de Freguesia do concelho da Praia da Vitória.<br />
A decisão de abstenção prende-se, desde logo, com a ausência de critérios claros e previamente definidos para a atribuição de apoios financeiros a diversas entidades da freguesia, nomeadamente à Casa do Povo, ao Império, à Sociedade das Quatro Ribeiras e à Comissão Fabriqueira, num montante global de 10.464,00 euros. Em contraste, o eleito do CHEGA assinala que não foi assegurado qualquer apoio à equipa de futebol juvenil da freguesia, evidenciando uma falta de equidade na distribuição dos recursos.<br />
Durante a reunião, no período destinado à participação do público, foram ainda levantadas diversas preocupações por um simpatizante do CHEGA, que apontou situações concretas na freguesia que continuam por resolver. Entre estas, destacou o facto de o curral com a balança de pesagem de gado se encontrar sem portões, a falta de limpeza do Caminho da Baleeira — via de acesso ao turismo pedonal — bem como de outras canadas, e ainda a não conclusão da rede de abastecimento de água.<br />
Com esta posição, o CHEGA reafirma o seu compromisso com a fiscalização responsável, a transparência na gestão dos dinheiros públicos e a defesa dos interesses da população das Quatro Ribeiras.</p>
<p>Quatro Ribeiras, 7 de Maio de 2026<br />
CHEGA I Comunicação</p>
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		<title>JOSÉ PACHECO REÚNE COM ANDRÉ VENTURA PARA DEBATER LEI DE FINANÇAS REGIONAIS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Chega Açores]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 19:16:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Parlamento]]></category>
		<category><![CDATA[Partido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Presidente do CHEGA Açores, José Pacheco, esteve juntamente com o Vice-Presidente do partido na Região, Francisco Lima, numa reunião de trabalho em Lisboa com o Presidente do CHEGA, André Ventura, a quem sensibilizaram para vários assuntos que dizem respeito à Região Autónoma dos Açores. Numa reunião onde esteve também Miguel Castro, Presidente do CHEGA [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente do CHEGA Açores, José Pacheco, esteve juntamente com o Vice-Presidente do partido na Região, Francisco Lima, numa reunião de trabalho em Lisboa com o Presidente do CHEGA, André Ventura, a quem sensibilizaram para vários assuntos que dizem respeito à Região Autónoma dos Açores.<br />
Numa reunião onde esteve também Miguel Castro, Presidente do CHEGA Madeira, a revisão da Lei de Finanças Regionais foi um dos assuntos abordados, dando ênfase à necessidade de se rever uma lei que está desajustada às reais necessidades das Regiões Autónomas. “Os Açores têm sido muito penalizados com o actual modelo de financiamento. Só com um reforço de verbas do Governo da República, que são um direito legítimo da Região, é que os Açores podem convergir com o resto do país e da Europa”, referiu José Pacheco.<br />
O Presidente do CHEGA Açores lamentou, por isso, que o Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, continue a arrastar consecutivamente a revisão da Lei de Finanças Regionais. “Primeiro anunciou que ia ser constituído um Grupo de Trabalho – que é a mesma coisa que dizer que não se vai fazer nada – depois assumiu, sem qualquer pudor, que dificilmente a revisão da Lei de Finanças Regionais entrará no Orçamento de Estado de 2027. Este é um assunto sério demais, os Açores precisam de um desenvolvimento sustentado e não de andar quase a pedir esmola à República”, explicou José Pacheco.<br />
Na reunião com André Ventura, José Pacheco abordou ainda o clima de instabilidade política que se vive nos Açores, fruto de críticas internas entre os partidos que compõem a coligação.<br />
José Pacheco reforçou que o CHEGA quer estabilidade, e sempre disse que seria o garante dessa estabilidade, apesar de todos os jogos políticos de bastidores que pretenderam amarrar o CHEGA a uma solução governativa que deixou de contar com o partido como parceiro político.<br />
“Os Açores precisam de estabilidade política. Sempre precisaram. Sem estabilidade não há confiança, não há investimento, nem há futuro e o Governo Regional sabe disso”, reforçou José Pacheco que debateu com André Ventura a actual situação política nos Açores e as consequências que daí podem advir.</p>
<p>Lisboa, 6 de Maio de 2026<br />
CHEGA I Comunicação</p>
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		<title>CHEGA DEFENDE AUTONOMIA LOCAL MAIS FORTE, COM MAIOR PODER DE DECISÃO E RECURSOS ADEQUADOS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Chega Açores]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 19:14:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Parlamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Carta Europeia da Autonomia Local é clara: “autonomia local implica capacidade real de decisão, meios financeiros adequados e liberdade de gestão”, sendo que cumpri-la é uma “obrigação política e moral”. No entanto, não pode ser pedido ao poder local que tudo faça, sem ter meios financeiros e até humanos adequados, e que seja autónomo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Carta Europeia da Autonomia Local é clara: “autonomia local implica capacidade real de decisão, meios financeiros adequados e liberdade de gestão”, sendo que cumpri-la é uma “obrigação política e moral”.<br />
No entanto, não pode ser pedido ao poder local que tudo faça, sem ter meios financeiros e até humanos adequados, e que seja autónomo sem que tenha verdadeiro poder de decisão e de gestão.<br />
Foi esta a ideia central deixada pela deputada Olivéria Santos, na reunião da Sub-Comissão de Política Geral com os delegados do Congresso dos Poderes Locais e Regionais do Conselho Europeu que decorreu em Ponta Delgada, destacando que, nos Açores, as autarquias “têm feito, muitas vezes, mais do que aquilo que lhes compete. Têm assegurado áreas onde o Governo Regional falha”. No entanto, essa tarefa tem sido difícil, quer a nível de verbas disponíveis, recursos humanos limitados e algumas competências mal definidas. “Isto não é autonomia. Isto é sobrevivência administrativa”, referiu a parlamentar.<br />
Olivéria Santos destaca que é necessária uma autonomia local forte, com mais poder, mas também exigente, com mais rigor, mais transparência e mais prestação de contas. “Não basta transferir responsabilidades, é preciso também transferir poder e dinheiro. Caso contrário, estamos apenas a empurrar problemas de um nível de poder para outro”, reforçou a parlamentar que acrescenta que “nota-se o esforço que as autarquias dos Açores fazem para executar com o emanado na Carta Europeia da Autonomia Local, mas também sabemos que o Poder Local tem sido vítima de um sistema que fala de autonomia, mas que pratica centralismo”.<br />
Na prática, afirmou “não pode haver autonomia para decidir e depois ausência de fiscalização. Não pode haver proximidade e depois falta de transparência. Não pode haver poder local e depois clientelismo e má gestão”.<br />
Olivéria Santos concluiu que “autonomia a sério não é fazer o que se quer, mas sim fazer bem e responder por isso e, acima de tudo, ter coragem para executar”, para que seja possível uma sociedade mais justa e equilibrada.</p>
<p>Ponta Delgada, 6 de Maio de 2026<br />
CHEGA I Comunicação</p>
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