Só mesmo quem insiste em fechar os olhos é que não percebe que Ponta Delgada tem um problema real de segurança pública.
A toxicodependência e a mendicidade, que se espalham pelas ruas e espaços públicos, juntam-se aos já conhecidos roubos em habitações e viaturas. Esta realidade, que há poucos anos parecia distante, está agora à nossa porta. Talvez não seja ainda tão grave como nas grandes cidades do continente, mas à escala da nossa terra é já um fenómeno alarmante, que ameaça a tranquilidade das famílias e o futuro da nossa juventude.
O CHEGA Açores tem sido claro e consistente: a segurança não é um luxo, é um direito básico de todos os cidadãos. Sem segurança não há confiança, não há investimento, não há qualidade de vida.
O PROBLEMA
A nossa PSP continua a ser tratada como polícia de segunda categoria. Faltam agentes, faltam meios, faltam condições. Não podemos ter uma força policial que anda de braços atados, incapaz de garantir a ordem porque a República insiste em virar costas aos Açores. A segurança é uma competência do Estado, e o Estado não está a cumprir.
O QUE DEFENDEMOS
• Reforço imediato de efetivos e meios da PSP nos Açores, garantindo presença visível nas ruas e uma ação dissuasora junto dos criminosos.
• Mais competências para a Polícia Municipal, para que trabalhe lado a lado com a PSP na prevenção e combate ao crime, assegurando ordem nos espaços públicos.
• Tolerância zero à criminalidade e à desordem social — combater a toxicodependência não apenas com discursos, mas com políticas firmes de desintoxicação e reabilitação, acompanhadas de medidas duras contra o tráfico.
• Fiscalização efetiva da mendicidade organizada, que muitas vezes não é mais do que uma rede de aproveitamento e exploração de vulneráveis.
• Maior proximidade entre polícia e comunidade, porque só com confiança mútua se constrói uma cidade segura.
A VERGONHA DA REPÚBLICA
Não podemos aceitar que Lisboa trate a segurança dos açorianos como uma questão menor. A República falha e o Governo Regional cala-se. O resultado é termos PSP sem meios, famílias inseguras e localidades cada vez mais problemáticas.
O CHEGA Açores não se calará. Exigimos respeito, exigimos autoridade e exigimos que a segurança dos açorianos seja tratada com a mesma prioridade que a segurança em qualquer cidade do continente.
Segurança é liberdade. Segurança é justiça. Sem segurança não há futuro.

