O CHEGA sempre foi acusado de ser um factor de instabilidade na Região, no entanto, é de dentro do Governo Regional que surgem os focos de instabilidade, com as recentes declarações do Vice-Presidente do Governo Regional da coligação, Artur Lima, e da posterior necessidade dos restantes membros do executivo virem garantir que não há qualquer fragilidade na coligação.
O CHEGA Açores afinal é que é o garante da estabilidade na Região e são os parceiros da coligação que criam insegurança, mostrando a volatilidade de um Governo que não parece ter condições de chegar ao fim da legislatura.
O Presidente do CHEGA Açores, José Pacheco, acredita que esta situação que incomoda os Açorianos, só se resolve de duas maneiras: ou com a demissão do Vice-Presidente, por parte de José Manuel Bolieiro, ou com um pedido de demissão do próprio Artur Lima.
O CHEGA entende que não há necessidade de avançar com eleições antecipadas, mas exige que haja uma clarificação de como será a governação nos Açores durante os próximos dois anos, através de uma Moção de Confiança por parte do Governo Regional.
José Pacheco lembrou Artur Lima – “que garante que, se os Açorianos assim quiserem em futuras eleições, pode fazer coligações com todos os partidos menos com o CHEGA” – que ocupa um lugar no Governo exatamente graças ao CHEGA.
O CHEGA sempre quis o melhor para os Açores e nunca impôs “linhas vermelhas” ao contrário de Artur Lima e nunca se irá aliar a quem provoca tanta instabilidade.
Da parte do CHEGA não há alianças possíveis, muito menos com a esquerda, e só e apenas com o Povo Açoriano, como tem sido até aqui.
Fonte: RTP Açores

