O CHEGA defende a criação de uma delegação permanente da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento nos Açores. E defende-o por uma razão simples: a FLAD nasceu ligada ao Acordo de Cooperação e Defesa entre Portugal e os Estados Unidos, acordo que mantém a presença norte-americana na Base das Lajes, mas os Açores continuam a receber migalhas de uma Fundação que devia ter a Região no centro das suas prioridades.
A iniciativa do CHEGA está em análise na Comissão de Política Geral da Assembleia Legislativa dos Açores. A Comissão convidou a FLAD para prestar esclarecimentos. A resposta? Recusou. Disse que este não era o “momento institucionalmente mais adequado”.
Para o CHEGA, esta atitude representa uma falta de respeito para com o Parlamento Açoriano e para com os açorianos.
A deputada Oliveira Santos criticou duramente a posição assumida pela Fundação:
“Há uma soberba em entender que não é o momento oportuno para ser ouvido nesta Comissão, a propósito deste diploma do CHEGA. Não poderia deixar de fazer esta ressalva e de considerar que existe, de facto, uma falta de respeito para com esta Comissão e para com o Parlamento Açoriano na resposta dada pela FLAD.”
A parlamentar considera incompreensível que uma Fundação criada na sequência do acordo relativo à Base das Lajes recuse prestar esclarecimentos precisamente ao órgão máximo da Autonomia Açoriana.
A recusa levanta perguntas incómodas: medo do escrutínio? Medo das perguntas? Medo de explicar quanto custa a administração da FLAD e quanto chega, efetivamente, aos Açores?
O CHEGA não aceita que os Açores sejam tratados como figurantes numa história onde dão o território, suportam os impactos e depois ficam de mão estendida à espera de atenção. A Base das Lajes não fica em Lisboa. Fica na Terceira. Fica nos Açores. E é nos Açores que a FLAD tem de ter presença real, permanente e útil.
Criar uma delegação da FLAD nos Açores não é atacar ninguém. É exigir justiça. É exigir respeito. É garantir que a Região deixa de ser lembrada apenas quando convém aos interesses estratégicos de outros.
A FLAD recusou prestar esclarecimentos ao Parlamento dos Açores. O CHEGA não se cala perante esta desconsideração.
Os Açores não são uma nota de rodapé. E o Parlamento Açoriano não é uma sala de espera para entidades sediadas em Lisboa decidirem quando lhes apetece dar explicações.
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