O deputado Francisco Lima defendeu hoje que ser apelidado de extremista e de negacionista por partidos verdadeiramente extremistas é um elogio, porque “quanto mais o Bloco de Esquerda e o PAN vincam as diferenças entre nós, mais o partido CHEGA cresce”.
No debate de urgência sobre “prevenção, plano de catástrofes e capacidade de resposta da Região”, promovido pelo CHEGA, o parlamentar explicou que “ser acusado de negacionista, é o mesmo que dizer que países como os Estados Unidos da América, a China e a Índia, ou outros países que têm crescimento económico, são negacionistas” e acrescentou que o CHEGA vai continuar a pôr as pessoas e a economia à frente do extremismo climático.
E acrescentou: “extremismo é o que defende o PAN, o Bloco de Esquerda e alguma esquerda, que persegue os agricultores, que não deixa construir, que não quer saber dos seres humanos, que quer a desertificação do meio rural, que persegue quem trabalha. Por isso podem-nos chamar negacionistas à vontade que não nos ofendemos”.
Em resposta aos ataques do PAN e do BE, Francisco Lima reforçou que não pode haver lugar para extremismos quando é preciso defender os Açorianos e a economia regional e não embarcar em arco em modas e defender agendas climáticas radicais.
Horta, 24 de Fevereiro de 2026
CHEGA I Comunicação

