Quando o deputado do Bloco de Esquerda teve a infeliz ousadia de acusar um candidato do CHEGA de ter um “tacho” na SATA, o debate descambou para aquilo que o BE faz melhor: lançar lama para ver se cola.
Perante essa tentativa baixa de descredibilização, José Pacheco levantou-se para repor a verdade e defender o CHEGA sem rodeios. Sim, o candidato em causa trabalha na SATA. Trabalha há 19 anos. Não foi lá colocado por favor político, não foi nomeado por conveniência partidária, nem vive à sombra de ninguém. Está lá por mérito, por trabalho e por carreira feita, conceitos que parecem causar alergia à esquerda radical.
Já do outro lado da barricada, a realidade é bem diferente. O deputado do CHEGA confrontou o Bloco de Esquerda com um facto que o BE preferia esconder: a candidata bloquista ao mesmo município é assessora política. Ou seja, um verdadeiro tacho político, daqueles pagos pelo sistema que o BE finge combater em discursos inflamados, mas do qual nunca abdica quando lhe convém.
Não é por acaso que o Bloco de Esquerda está em queda livre e a perder relevância política. As pessoas já perceberam a hipocrisia, o moralismo seletivo e a falta de coerência. Enquanto o BE definha agarrado aos seus tachos, o CHEGA cresce porque diz a verdade, enfrenta o sistema e não tem medo de expor aquilo que outros querem esconder.
E isso, goste-se ou não, faz toda a diferença.
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QUANDO O BE FALA DE TACHOS, CONVÉM OLHAR AO ESPELHO
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