O CHEGA Açores volta a chamar a atenção para a situação de muitos idosos que, depois de uma vida inteira de trabalho e sacrifício, continuam a viver com pensões insuficientes para fazer face às despesas mais básicas.
Há pensionistas com rendimentos abaixo dos 500 euros, confrontados diariamente com escolhas difíceis entre alimentação, medicamentos, habitação e outras despesas essenciais. Na transcrição do vídeo é referido, inclusivamente, o caso de pessoas obrigadas a escolher entre comprar medicamentos ou garantir comida para o dia a dia.
Para o CHEGA, esta realidade deve obrigar a uma reflexão séria sobre as prioridades das políticas sociais.
Apoiar quem realmente precisa é uma obrigação de uma sociedade justa. Mas também é necessário garantir que os apoios destinados a pessoas em idade ativa cumprem o objetivo de promover a integração no mercado de trabalho e não se transformam numa situação permanente quando existe capacidade para trabalhar.
O princípio deve ser simples: quem precisa deve ser protegido; quem pode trabalhar deve ser incentivado e responsabilizado por procurar trabalho.
Não é aceitável que muitos idosos, depois de décadas de esforço, continuem a viver com enormes dificuldades financeiras, chegando alguns a reduzir a alimentação ao mínimo porque a pensão não chega para todas as despesas.
O CHEGA Açores defende uma maior valorização das pensões mais baixas e políticas sociais que distingam claramente quem não pode trabalhar de quem tem condições para regressar ao mercado de trabalho.
Quem trabalhou uma vida inteira merece viver a velhice com dignidade, e não passar os últimos anos a contar cêntimos para sobreviver.
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